segunda-feira, 29 de março de 2021

Aquele Beijo - encerramento primeiro capítulo (Globo Internacional)

 autorización especial - SATED RJ

escenografía - Keller Veiga, Marcelo Carneiro, João Cardoso Filho

asistentes de escenografía - Luiz Claudio Velho, Marcia Bezerra De Mello, Diana Domingues, Celina Bertin, Silvia Sávio, Raquel Moderno, Laura Pelajo, Tatiana Cordeiro, Eduardo Oliveira, Renata Alimandro, Danielly Ramos, Carolina Freitas, Gustavo Freitas, Carolina Rolo, Luiza Pissurno, Luísa Coelho, Jeferson Costa

vestuario - Sonia Soares

asistentes de vestuario - Vanessa Clark, Carol Fonseca, Vini Kiss, Daniella Firmo, Renata Darrigo

equipo de apoyo de vestuario - Solange Maria Pereira de Queiroz, José Luiz de Melo, Edilson dos Santos, Fábio de França Ramos, Paulo Ramos de Carvalho, Marcos, Antonio da Silva Vento, Ricardo Ferreira da Silva, Doralice de Oliveira Pereira, Jaqueline Mendes, Rosemar Mathias da Fonseca, Anna Grazielle Dias Campos, Bianca Botino, Claudiana Gomes de Souza, Raquel de Castro Barbosa, Edson Marques dos Santos

director de fotografía - Roberto Amadeo

directores de iluminación - Dorgival Félix, Luciano Xavier, Jorge Antônio Lopes

equipo de iluminación - Roberto Pereira Santos, Gerson dos Santos Guimarães, Gabriel Coelho de Oliveira, Gerson da Silva Souza, Tiago Roberto Pereira de Oliveira, Igor Henrique de Mello, Antônio Henrique Marques de Carvalho, Sidinei Cussa, Leandro Nogueira Finamore, Valdir André dos Santos, Leonardo Alves dos Santos Franco, Jorge Marcos dos Passos da Silva, Jorge Gomes da Silva, Roberto Pereira Santos Junior

producción de arte - Moa Batsow

asistentes de producción de arte - Linda Madruga, Fred Klaus, Juliana Levenhagen, Mimi Marques, Mônica Klein

equipo de apoyo de arte - Antonio Carlos da Silva, Carlos Nelson de Oliveira, Marcos de Oliveira, Pablo Ayres Machado, Rodrigo Castro, Fabio Martins Rios, Marco Antônio Vellozo, Odir Coelho, Luiza Serpa Fraga

casting - Yolanda Rodrigues

instructor de dramaturgía - Andréa Cavalcanti

producción musical - Mú Carvalho

director musical - Mariozinho Rocha

maquillaje - Melissa Paladino

equipo de apoyo de caracterización - Leonardo Almeida, Barbara Santos, Aline Alves, Edvania Correa, Ronaldo Fayal, Silvia Abel, Vânia Menezes, Luciene Mello, Marta Roncette, Márcia Alves, Janaina Almeida, Cosme Alves, Mayco Soares

edición - Marco Seixas, Paulo Maia, Chico Marinho, Rosemeire Oliveira

colorista - Wagner Costa

sonido - Octávio Lacerda, Bruno Panno, Marco Salles

efectos visuales - Enrico Guarischi, Renato Freitas

efectos especiales - Gilson Figueiredo

apertura - Hans Donner, Alexandre Pit Ribeiro, Roberto Stein

director técnico - Rico Rondelli

camarógrafos - Cid Rima, Gustavo Ferretti, Jovani Augusto Rios, Carlo Colombo, Fernando Cruz, Lizanias Azevedo

equipo de apoyo para la operación de cámara - Flávio Gomes de Aguiar, Pedro Luis Fernandes, Gonçalves de Souza, Arismar Ferreira da Silva Júnior, Pedro Henrique Índio, Vladimir Estanislau de Andrade

equipo de video - Michele Soares Pereira Braga, Gilmar Rocha Machado, Henrique De Oliveira

equipo de audio - Paulo Rossi de Moura Júnior, João Zito Carvalho do Rio, Wellington José de Souza Pires, Abel de Oliveira Reis, Ricardo José Coelho da Fonseca, Jerônimo Araújo Miranda

supervisor y operador de sistema - Marco Antonio Monteiro Lourenço, Marco Aurélio de Souza Cardozo, Felipe da Silva Gomes, Adelto Martins, Dannyo Escobar, Roberto Brasil, Guassalin Nagem, Luiz Cláudio da Rocha Santos

productor de escenografía - Vanessa Salgado

gerente de proyectos - Marco Tavares

supervisión de producción de escenografía - Guilherme Senges, Antonio Carlos Pereira, José Carlos Souza, Carlos Roberto Ferreira, Roberto Marques, Manoel Jorge

equipo de escenografía - Aciel Campos, Adílio Da Silva Sant’anna, Adriano Correa, Adriano Ofrede, Alexandre Tavares, Amilton Oliveira, Ana Cristina Da Silva Estrela, Anderson Vieira, Andre Luis Moraes, Andre Vital, Bruno Ribas, Carlos Renato Cardoso, Carolina Rodrigues, Cosme Silveira, Dário Pereira, Edigil Pinheiro, Edson Nunes, Elizeu Megliorini, Emmanuel Ferreira, Evandro Oliveira, Fabio Flaviano, Fabrício Pessanha, Flávio Alexandre, Flávio Castilha, Flávio Neves, Francisco De Assis Souza, Franklim Rodrigues, Gaudêncio Wanderlei, Gutemberg Santana, Jhonatas Leonardo, João Evangelista Da Silva, Jorge Alberto Siqueira, Jorge Marcos Souza, José Cavalcante, José Marcos Val Verde, José Maria Ribeiro, José Raimundo Da Silva, Josué Jovêncio, Leonardo Augusto Falci Ramos, Leonardo Santos, Lucas Avenoso, Luis Carlos Silva, Luis Claudio Perdigão, Luiz Augusto Farias, Marcelo Batista, Marcelo Paiva, Marcelo Pitanga, Marcelo Sampaio, Marcos Brígido, Marcos Tadeu Carolino, Oswaldo José, Paulo Roberto Mattos, Pedro Mauricio Baeta, Rafael Rodrigues, Renê Souza Dos Anjos, Robson Silva, Sebastião Ferrarez, Severino Geraldo, Sidnei Becalito, Vilson Cosme, Wagner Miranda, Wilson José

investigación - Marília Garcia

continuistas - Stella Valadão, Mônica Costa, Nicole Monteiro, Érika Thoen

asistentes de dirección - Marcos Dartagnan, Diego Morais, Tatiana Fragoso, Pedro Brenelli

ingeniero de producción - Marcelo Bette

equipo de internet - Fabíola Schwob, Carolina Caldas, Beanca Jimenez, Jéssica Mattos, Natália Hartalian, Juliana Saboya, Bruno Eduardo, Eduardo Belo, Inácio Moraes, Viviane Figueiredo, Fernando Ribas  

equipo de producción - Silvania Sant´anna, Leila Damasceno, Catarina Rangel, Thamara Cumplido, Nathalia Pimenta, Marco Damiano, Bruno Minzon, Norberto Pfeiffer, Pedro Costa, Adriana Leal, Luiz Otávio Alves e Durval Tumscitz

coordinadores de producción - Wilson Gerardo

supervisión ejecutiva de producción - Ana Quintana, Claudio Diniz, João Romita, William Barreto, Waldemir Telles Cabeça, Rodrigo Ishikawa, Leonardo Gonçalves

supervisor ejecutivo de producción de línea - Mariana Pinheiro

gerente de producción - Paula Torres

director de producción - Aluízio Augusto

núcleo - Roberto Talma

edición internacional - Ludmila de Carvalho

sonido internacional - Alexandre Yatti

gerente de operación internacional - Augusto Seixas

'Ésta és una obra colectiva de ficción basada en la libre creación artística y sin compromiso con la realidad.'

domingo, 21 de março de 2021

Existe Missa diferente?

 Algumas paróquias e comunidades têm uma lista de Missas para idades, ocasiões especiais: Missa dos jovens, das crianças, Missa dos 15 anos, Missa dos enfermos, Missa de formatura, Missa da esperança, Missa de ação de graças, Missa da primeira comunhão, Missa do padroeiro, Missa da família, Missa do Sagrado Coração de Jesus, Missa de finados, celebração do casamento na Missa, celebração do batismo na Missa, Missa do dízimo, Missa de bodas de casamento, Missa de aniversário de ordenação, Missa do vestibulando, do concurseiro, do Enem, Missa com encarcerados, Missa de São Judas Tadeu, Missa de Santo Antônio, Missa de São João Batista, Missa de Frei Galvão, Missa da reconciliação, Missa de São Francisco, Missa do crisma, Missa nupcial, Missa de ordenação sacerdotal, Missa da acessibilidade, Missa de aniversário da cidade, Missa de X anos de emancipação política… Isso sem contar que a Missa das mães e, numa paróquia que conheci, havia também a Missa dos homens; e lá mulher não entra de jeito algum.


Às vezes existem intransigências. Na Missa das crianças, o padre não quer ver adultos e ai de alguma criança ou adulto que aparecer na Missa dos jovens. Vale a pena agir desse modo? Pode ser que sim; mas estou mais propenso a crer que não. Agindo assim, uma família, por exemplo, nunca terá oportunidade de celebrar a Eucaristia como família. As crianças estarão numa Missa, os jovens e adolescentes em outra e os pais num terceiro horário. Você pode até estar pensando que sou contra Missas para grupos particulares. Não sou não. Sou contra intransigências em estabelecer Missas só para um grupo.


As celebrações Eucarísticas para grupos particulares se enquadram dentro de uma proposta pastoral, que eu também denomino de “pastoral e pedagógica” a ser celebrado em tempos diferentes das Missas Dominicais. Isto está muito claro no Diretório para as Missas com Grupos Populares e no Diretório da Missa com Crianças (cf. n. 20; 27; 28).


As Missas Dominicais, na medida do possível, devem reunir a assembléia da comunidade formada por crianças, jovens, adultos, idosos, enfermos… Pessoalmente, considero estranho aquilo que algumas comunidades chamam de “missinha”, que consiste no seguinte: os pais vão para a Missa e as crianças ficam brincando ou ouvindo historinhas ou desenhando em algum outro local. Será que isso educa as crianças para a Missa? Será que o ambiente Eucarístico não é fonte de bênção para toda a famílias e para as crianças, mesmo que elas não compreendam tudo que ali se passa?


Tem ainda uma coisa para ser pensada. A Missa nunca é diferente; é sempre a mesma. O que muda é o modo de celebrar. Atente para isso: muda o modo de celebrar. Para as crianças, existe um modo de celebrar a Eucaristia. Para os jovens, as músicas, por exemplo, dão o tom diferente na celebração. Mas sempre estamos celebrando a mesma Missa. Sempre estamos celebrando a Páscoa de Jesus Cristo haja a motivação que houver.


Você pode pensar: mas quando se faz a Missa dos 15 anos, ou bodas matrimoniais, ou a festa do padroeiro da comunidade não se está celebrando os 15 anos, as bodas do casal ou o santo protetor? Na verdade não! A Missa é a celebração da Páscoa, da Salvação de Jesus Cristo no mundo. Sempre! Os 15 anos da jovem, as bodas ou o santo são motivos ou lembranças para agradecer a presença da salvação de Deus na vida dessas pessoas. Um jeito de inserir estes acontecimentos existenciais no Mistério Pascal de Cristo.


O modo para melhor entender é esse: Porque Cristo nos salvou podemos celebrar os 15 anos da jovem, as bodas do casal, o modelo de vida cristã do santo padroeiro. O celebrado na Missa, contudo, é sempre Deus, o Pai a quem damos glória e louvores, a quem dirigimos nossas orações em nome de Cristo, nosso irmão e na unidade do Espírito Santo. O motivo, portanto, é sempre a Salvação de Cristo.


Percebeu? Resumindo: Não existe Missa diferente. Existem modos diferentes de celebrar a Missa e existem motivações diferentes pelas quais celebramos a Eucaristia. Mas sempre celebramos a salvação, a Páscoa de Jesus Cristo na nossa vida de agora.

Missa sertaneja e Missa afro - inculturação?

 Um leitor nos escreveu perguntando sobre as tais “missas sertanejas”. Segundo ele, o padre de sua paróquia afirma que a encíclica Sacrossantum Concilium permite fazer adaptações na liturgia, absorvendo elementos da cultura de cada povo. Sim, é verdade – e isso faz parte do processo de inculturação. Só que missa sertaneja não é inculturação, é abuso litúrgico!


A missa sertaneja virou modinha em várias regiões do Brasil, havendo também as variantes “missa caipira” e "missa do vaqueiro". O sacerdote assume o papel de cowboy ou animador de festa caipira, em vez de fazer a única coisa que é seu dever na missa: ser o rosto visível de Jesus Cristo, Deus invisível.


No período das festas juninas e julinas, os abusos se multiplicam. Essas festas são parte importante da vida da Igreja no Brasil, e sempre tiveram o seu lugar: a praça, o pátio da igreja, o salão paroquial. Mas agora estão fazendo festa junina e julina dentro da missa, com fantasias típicas, dança de quadrilha e tudo!


Acreditem: a foto abaixo foi tirada durante uma missa! Pra que isso, gente!!?? Andaram fumando cigarro de palha estragada?


quadrilha_missa 


No site de determinada paróquia, vemos a descrição do objetivo da missa sertaneja: “valorizar o homem do campo, que trabalha para produzir os alimentos que chegam às nossas mesas” e “exaltar a cultura sertaneja”. Note que, em vez de elevar as mentes para as coisas espirituais e divinas, a missa sertaneja exalta as coisas terrenas.


Para quem acha que esse assunto não é importante, que é coisa de fariseu, veja o que diz Bento XVI:


"Estou convencido de que a crise na Igreja, pela qual passamos hoje, é causada em grande parte pela decadência da liturgia (...). Quando, porém, na liturgia não aparece mais a comunhão da fé, a unidade mundial da Igreja, o mistério de Cristo vivo, onde, então, ainda aparece Igreja, em sua essência espiritual? Aí a comunidade ainda celebra somente a si mesma, mas isso não vale a pena.” 


- Livro "Lembranças da Minha Vida"


Tome um Engov antes de ler, a seguir, a descrição dos objetos levados ao altar no momento do Ofertório de uma missa sertaneja, publicada no site de certa paróquia:


"Um grupo de jovens trouxeram até o Altar algumas práticas e atitudes que não combinam com a preservação da natureza e da vida. O motosserra, a máquina de veneno e a espingarda simbolizaram os instrumentos e as práticas que necessitam ser combatidas e substituídas por politicas agrícolas que fortaleça a produção orgânica e de base ecológica. A sanfona, o violão, a viola e o carron embalaram os cantos em estilo e ritmo sertanejo."


As invencionices da missa sertaneja não favorecem uma liturgia voltada para Deus, mas sim para o homem. A comunidade celebra a si mesma, exaltando a vida no campo e ou “jeito caipira de ser”. Não foi para isso que Jesus tomou bofetada na cara e derramou Seu Sangue na cruz!


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São João Paulo II ensinou que “A Missa torna presente o sacrifício da cruz” (saiba mais aqui). Falando sobre a liturgia e a inculturação, ele advertiu:


“...deve-se descartar ou não assumir aquelas formas e aqueles modos rituais que não correspondam à natureza do mistério que se celebra, mormente quando relacionados à Encarnação, Paixão e Morte de Jesus Cristo, para não citar outros Mistérios da Redenção.”


- Discurso aos bispos do Brasil, 1995


Ponham a mão na consciência: será que a Missa é mesmo um momento adequado para discutir práticas agrícolas? O que a pamonha da Vó Rosinha e a sanfona do Seu Sebastião ajudam o povo a refletir sobre os mistérios da Redenção?


E uma moça fantasiada de caipira coar cafézinho no presbitério, no momento que antecede a procissão de entrada do sacerdote? Isso leva o povo a rezar melhor? Não vou postar vídeo aqui, por consideração às gestantes e pessoas com problemas cardíacos.


O QUE ENSINA A SACROSSANCTUM CONCILIUM


A Sacrosanctum Concilium diz que nenhum padre tem direito de inventar, de acrescentar NADA na liturgia da Missa. A única autoridade competente para isso é a Santa Sé, por meio da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.


O bispo de cada diocese também pode atuar como regulador, mas de forma limitada, ou seja, DENTRO DOS LIMITES ESTABELECIDOS PELA IGREJA.


As alterações mais profundas no rito – e isso inclui, por exemplo, inserção ou subtração de paramentos do sacerdote – devem ser sujeitas à Santa Sé. Como chapéu de boiadeiro não é nem nunca foi paramento sacerdotal desde quando farmácia se escrevia com PH, e é reprovado por Roma, é óbvio que se trata de um abuso.


CADÊ O BOM SENSO? MORREU?


bom_senso


Cadê o bom senso? Os particularismos culturais de cada região precisam passar por um filtro, pois muitas vezes distraem o povo das coisas espirituais, não cabendo em um rito sagrado.


Partindo do mesmo espírito que sustenta a existência das missas sertanejas, um padre ou bispo de uma diocese litorânea pode resolver fazer uma “missa surfista” - com direito a altar em forma de prancha de surfe, padre usando pé de pato, cocos verdes e barracas de sol enfeitando o presbitério etc.


“Como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa!” 


- Discurso do Papa Bento XVI aos Prelados da CNBB, em visita Ad Limina Apostolorum. 15/04/2010


Tudo o que foi dito aqui vale para as chamadas “missas afro”, “missas crioulas”, “missa das crianças”, 'missas do vestibulando', 'missas do concurseiro', 'missas do Enem', 'missas de cura e libertação', 'missas da acessibilidade' e quaisquer outras liturgias piratas.


Fica a dica do Pe. Orlando Henriques, da Diocese de Coimbra: “Na Missa (e na liturgia em geral) não basta cumprir as rubricas (isso é ritualismo, cumprir só por cumprir não interessa muito), mas há que estar concentrado naquilo que é realmente importante: que Jesus está a tornar-Se realmente presente sobre o altar; e tudo o que nos possa distrair disso não interessa”.

Como vivem os negros no Brasil? Que lugares frequentam? Ora, vivem como todos os demais brasileiros de outras etnias, e frequentam os mesmos lugares dos demais!


Aqui no Brasil não existe escola afro, universidade afro, cinema afro, supermercado afro, shopping afro, parque de diversão afro, farmácia afro, padaria afro, banco afro, lotérica afro, cartório afro, teatro afro, museu afro, biblioteca afro, curso afro, correio afro, lanchonete afro, restaurante afro, pizzaria afro, bar afro, posto de combustível afro, escritório afro, concessionária afro, oficina afro, imobiliária afro, empresarial afro, academia afro, hotel afro, hipermercado afro, açougue afro, peixaria afro, loja de conveniência afro, loja afro, agência de turismo afro, laboratório afro, clínica afro, hospital afro... No máximo há salões de beleza afro, especializados em cabelos crespos e cacheados. De resto, os costumes de brancos e negros em nada se diferenciam em nosso país. Até mesmo o Candomblé e Umbanda têm tantos adeptos negros quanto brancos.


Então, qual a necessidade de promover missas "afro", se os negros aqui vivem integrados com os brancos? Se os negros frequentam as mesmas lojas, escolas, locais de entretenimento que os brancos e assim substantivamente, por que precisariam de uma missa diferente do restante da população? 


A encíclica Sacrossantum Concilium permite fazer adaptações na liturgia, absorvendo elementos da cultura de cada povo. Isso faz parte do processo de inculturação. Só que missa afro não é inculturação, é palhaçada ideológica e abuso litúrgico!


AVISO: o vídeo a seguir contém cenas fortes. Não é recomendado para católicos fiéis com problemas cardíacos e gestantes. Tirem as crianças da sala!!! Trata-se de uma missa afro realizada em São Paulo, em 2007. As cenas que aparecem a partir dos 3:45 min. são especialmente toscas: um casal sacoleja diante do altar ao som de "Pérola Negra", de Daniela Mercury! De fato, uma pérola do sacrilégio nacional...




Essa "liturgia pirata" parte de uma caricatura: é como se os negros tivessem migrado ontem da África, e assim necessitassem de uma liturgia especialmente adaptada para que o anúncio do Evangelho seja viável.


O que será que São João Paulo II achava disso? Confiram suas palavras aos bispos do Regional Sul I, em 2003:


“Certamente, não é possível descurar aqui a consideração da cultura afro-brasileira (...). Trata-se da delicada questão de aculturação, especialmente nos ritos litúrgicos, no vocabulário, a nas expressões musicais e corporais típicas da cultura afro-brasileira. (...) “É evidente, porém, que se estaria distanciando da finalidade específica da evangelização, acentuar um destes elementos formadores da cultura brasileira, isolá-lo deste processo interativo tão enriquecedor, de modo quase a se tornar necessária a criação de uma nova liturgia própria para as pessoas de cor. Seria incomprensível dar ao rito litúrgico uma apresentação externa e uma estruturação – nas vestes, na linguagem, no canto, nas cerimônias e objetos litúrgicos – baseada nos assim chamados cultos afro-brasileiros, sem a rigorosa aplicação de um discernimento sério e profundo acerca da sua compatibilidade com a Verdade revelada por Jesus Cristo. 

O problema mais grave é que ideia daqueles que promovem as missas afro não é convidar os não-católicos à conversão; é, sim, incentivar as pessoas a conciliar a fé cristã e o culto aos Orixás. É muito comum ver pessoas nessas missas com colares de contas (guias de Orixás) no pescoço, e até padres com o tradicional gorro de pai-de-santo sobre a cabeça (também chamado de filá, eketé ou bubú). Veja essa declaração infeliz de Dom José Maria Pires, arcebispo emérito da Paraíba:


“Acreditamos cada vez mais fortemente que é possível o negro ser discípulo de Cristo e viver na Igreja sem deixar de ser negro, sem renunciar a sua cultura, sem ter de abandonar a religião dos Orixás.” 

- PIRES, Dom José Maria. O Deus da vida nas comunidades afro-americanas e caribenhas. In: ATABAQUE – Cultura Negra e Teologia/ASETT – Associação Ecumênica de Teólogos do Terceiro Mundo. Teologia Afro-Americana. II Consulta Ecumênica de Teologia e Culturas Afro-Americana e Caribenha. São Paulo: Paulus, 1997. p.31


Entendeu agora? Esses caras acham que um negro que renuncia à crença nos Orixás é “menos negro”, pois sofre um prejuízo cultural ao renegar a fé de seus "ancestrais" (o detalhe interessante é que quase todos os negros brasileiros têm acentrais tanto negros quanto brancos).


Definitivamente, padres sincretistas têm pipoca no lugar do cérebro, só pode! 




São João Paulo II ensinou que “A Missa torna presente o sacrifício da cruz” (saiba mais aqui). Missa é para cultuar nosso Deus, não para exaltar a negritude, o acarajé nem muito menos o líder quilombola Zumbi dos Palmares (que não era católico, era um assassino e ainda por cima tinha escravos negros). 


O QUE ENSINA A SACROSSANCTUM CONCILIUM


A Sacrosanctum Concilium diz que nenhum padre tem direito de inventar, de acrescentar NADA na liturgia da Missa. A única autoridade competente para isso é a Santa Sé, por meio da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.


O bispo de cada diocese também pode atuar como regulador, mas de forma limitada, ou seja, DENTRO DOS LIMITES ESTABELECIDOS PELA IGREJA. Assim, nem mesmo o bispo tem direito de autorizar qualquer inovação litúrgica que leve o povo ao sincretismo!


“Como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa!” 


- Bento XVI aos Prelados da CNBB. Visita Ad Limina Apostolorum. 15/04/2010


Para terminar, compare as imagens ridículas do vídeo que mostramos acima com as imagens abaixo, que mostram a procissão de entrada de uma missa em Bié, em Angola. Vemos os elementos da cultura africana sendo colocados a serviço da liturgia, e não usando a missa para fazer exaltação da cultura africana. Todos estão reverentes, não há ninguém rodopiando, não há ninguém trajando colares ou indumentárias de crenças pagãs. Não é uma missa afro, é uma missa de Rito Latino celebrada dignamente por africanos! 

Missa inculturada ou Missa avacalhada?

 De umas décadas para cá, vem se perdendo a noção de que a missa é feita para exaltar e agradar a Deus, e não aos homens. Fazem missa para celebrar a negritude, a cultura gauchesca, a vida sertaneja, o amor ao time de futebol… E Jesus, que pediu “Fazei isto em memória de mim”, vai ficando pra escanteio.


A partir do Concílio Vaticano II, a Igreja entendeu que seria benéfico admitir a diversidade na forma de celebrar a liturgia, abraçando o princípio da inculturação do Evangelho, como explica o Padre Paulo Ricardo:


“…é necessário, que para que o Evangelho chegue até o os povos, que a Igreja assuma a forma de falar daquele povo, e assim a mensagem do Evangelho, que é sempre a mesma, a mesma fé de dois mil anos, vai ser compreendida pelos povos neste esforço de adaptação.


“Um exemplo extraordinário de inculturação nós tivemos (…) no padre bem-aventurado José de Anchieta, o grande apóstolo do Brasil, que veio ao nosso país e aqui aprendeu a língua indígena, escreveu uma gramática tupi, fez peças de teatro em língua tupi, português e espanhol, (…) e assim ele pôde transmitir a fé.” (1)


Esse é um esforço de inculturação positivo, autêntico. Porém, o que vemos prevalecer em nosso país é avacalhação da santa missa, sob a desculpa de promover a inculturação. O rito romano é desrespeitado pelo uso de paramentos, músicas, gestos e outros elementos mundanos e estranhos à sua sacralidade, ou até mesmo profundamente relacionados a outras religiões (sincretismo). Sobre isso, continua a nos esclarecer o Pe. Paulo Ricardo:


“Nós não estamos lidando com pessoas bem-intencionadas que querem levar o Evangelho para uma cultura diferente. (…) A maior parte das pessoas que fala de inculturação está querendo (…) não levar o Evangelho para os povos, para o mundo, mas trazer o mundo para dentro da Igreja.” (1)


A Instrução Geral do Missal Romano (IGMR nº 395) deixa claro que qualquer adaptação na liturgia, por menor que seja, não pode ser realizada sem a prévia autorização da Santa Sé. Nem a CNBB possui autonomia para deliberar sobre estas questões. Apesar dessa orientação, muitos sacerdotes violam descaradamente a Constituição Sacrosantcum Concilium (2),queestabelece:


“…jamais algum outro, ainda que sacerdote, acrescente, tire ou mude por própria conta qualquer coisa à Liturgia.” (SC., 22 § 3)


É válido ressaltar que as adaptações na liturgia da missa são admitidas pela IGMR especialmente para os povos recém-cristianizados, o que está longe de ser o caso do Brasil. Falar em missa inculturada aqui, depois de mais de 500 anos de catolicismo na veia é, no mínimo, muito estranho.


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Foto de missa afro. Em destaque, ATABAQUES, intrumentos de percussão típicos da umbanda e do candomblé. Pra quem curte sincretismo, é um prato cheio… de pipoca!


Mas os padres tupiniquins que promovem missas inculturadas veem os povos das diversas regiões do Brasil como caricaturas étnicas e regionalistas. Suas mentes funcionam mais ou menos assim:


“Você é negro? Muito axé! Vamos fazer uma missa com muita cor, muito rebolado, muita cocada e atabaques. Sem isso, você não poderá se identificar com o rito, né, meu rei?”

“Você é do interior? Então o padre tem que usar chapéu de cowboy na missa e cantar que nem o Zezé Di Camargo.”

“És gaúcho? Bah, tchê, certamente só se sentirá bem em uma missa em que  o padre vista bombacha, tenha um lenço no pescoço e use a cuia do  chimarrão no lugar do cálice do vinho!”

As missas inculturadas em geral se assemelham mais a festejos folclóricos – que são muito interessantes, mas não diante do altar do Cordeiro Imolado – do que a ritos sagrados. E assim, vai sendo sufocada verdadeira liturgia, aquela que eleva os corações a Deus e faz resplandecer o rosto de Cristo. Sobre isso, foi bem claro o Papa Bento XVI, falando aos bispos do Brasil:


“Uma menor atenção que por vezes é prestadaao culto do Santíssimo Sacramento é indício e causa de escurecimento do sentido cristão do mistério, como sucede quando na Santa Missa já não aparece como proeminente e operante Jesus, mas uma comunidade atarefada com muitas coisas em vez de estar recolhida e deixar-se atrair para o Único necessário: o seu Senhor. (…)


“Como estão distantes de tudo isto quantos, em nome da inculturação, decaem no sincretismo introduzindo ritos tomados de outras religiões ou particularismos culturais na celebração da Santa Missa!” (3)

Dando continuidade ao post de ontem, vamos comentar alguns dos ritos avacalhados mais escandalosos. Esse tipo de perversão é um atentado à nossa fé, pois fere e vulgariza aquilo que o católico tem de mais sagrado e precioso: a Santa Missa.


MISSA PIMBA NA GORDUCHINHA


No ano passado, um padre holandês realizou uma “missa laranja” antes do último jogo da Copa do Mundo de Futebol para dar uma forcinha espiritual à seleção de seu país. O celebrante usou uma túnica laranja e decorou toda a Igreja – inclusive os paramentos do altar – com a mesma cor.




Não, você não está vendo coisas: as linhas na foto acima são as redes de uma trave. Afinal, se é pra esculhambar, tem que fazer direito! Descreve o site da BBC: “O padre chegou a simular um jogo de futebol dentro da igreja e, atuando como goleiro, pegou um pênalti cobrado por um fiel”. (1)


Resultado: o Santo Sacrifício do Altar foi desrespeitado, a Holanda perdeu o jogo e o padre foi suspenso pelo bispo local. Lembrando que naquele país o uso da maconha é liberado. Será que o padre…? Deixa pra lá.



MISSA O QUIOCÊ FOI FAZÊ NO MATO MARIA CHIQUINHA


Seguuuuuuuuura, cristão! Segura o Senhor Jesus, pra Ele não fugir do templo, de tanto desgosto…


Estão na moda as missas sertanejas, com padre usando chapéu de cowboy e cantando músicas típicas. Os sacerdotes mais talentosos – ou mais sem noção – arriscam até umas dedilhadas no violão.


 


Desde quando chapéu com abas virou paramento litúrgico? Parece um detalhe bobo, mas não é: o sacerdote está ali para representar Jesus Cristo, e não para dar entretenimento às suas fãs. Não é ele quem escolhe o que vestir, é a Igreja que determina, conforme o tempo litúrgico ou a celebração. A falta de apreço aos seus símbolos religiosos – em especial os paramentos e objetos da missa – é a uma dos sinais da decadência espiritual de uma comunidade.


E se o padre é no fundo um músico frustrado, que invista na sua carreira artística durante as festas de quermesse, as reuniões de grupos jovens e atividades afins. Mas pegar o violão e bancar o Sérgio Reis no meio da santa missa é um tanto demais, não?

Não há, ó gente, ó não… padres como esses sem noção! Não há, não há…


MISSA CHIMARRÃO



Ofertório em uma Missa 

inculturada Gaúcha

As chamadas missas gaúchas, ou missas crioulas, ocorrem sobretudo durante a Semana Farroupilha, evento que homenageia os combatentes dessa famosa revolução.


Nessas missas, é comum que o simbolismo do rito romano seja ferido por paramentos sacerdotais nada ortodoxos (lenço no pescoço, por exemplo) e pela inserção de objetos nada litúrgicos na procissão de entrada e no ofertório (com 'ofertas' diante do altar, ou será oferendas?), como cuia de chimarrão, erva-mate e rodas de carruagem. As orações são também bastante modificadas, pra ficar tudo beeeeem gauchesco.


E se fosse criada uma missa inculturada carioca? Se os gaúchos apresentam botas, chaleira e costela de churrasco no ofertório, nós aqui no Rio colocaríamos diante do altar uma prancha de surf, um CD de funk, uma fantasia de carnaval e uma foto da Helô Pinheiro, a eterna Garota de Ipanema! Também poderíamos inserir nossas gírias nas orações, que tal? Demorô!!!


 

Não, não é um baile! É uma missa avacalhada gaúcha em Foz do Iguaçu - PR


E, para falar da missa gaúcha, ninguém melhor do que um gaúcho de fato. Vejamos o que diz Rafael Vitola Brodbeck, do site Veritatis Splendor (grifos meus):



O altar onde se renova o Santo Sacrifício 

é estilizado em forma de carroça. 

Que LINDJO!

“A pretexto de gauchismo, desde os anos 70, se promove (…) essa empulhação travestida de tradição. (…) “A tal “Missa Crioula” dos CTGs [Centros de Tradições Gaúchos] é de uma falta de respeito que nunca vi em lugar nenhum! (…) O rito do MTG [Movimento Tradicionalista Gaúcho] é ilícito (ainda que a Missa seja válida), suas cerimônias não são coerentes com o rito romano, e sua celebração é totalmente artificial, pois partem do pressuposto de que o verdadeiro gauchismo é fazer tudo “de um modo gaúcho”: ora, isso é artificial, é um gauchismo fictício, industrializado. (…) “Não se confunda, outrossim, a Missa Crioula do MTG (…) com a belíssima Misa Criolla, de Ariel Ramirez, composição sacra com ritmos da pampa (…), toda em espanhol, para os textos do Ordinário (Kyrie, Gloria etc.), sem alterar a letra e sem palhaçadas. (…) “Creiam-me, meus caros, sou gaúcho e cultuador de nossa riquíssima tradição. Ando no dia-a-dia de bombacha, asso meu churrasco, vou a campo a cavalo. Mas cada coisa na sua hora. Como bem disse, tradição por tradição, a Missa crioula de tradicional não tem nada. É uma caricatura, um arremedo, e ouso dizer um deboche da verdadeira cultura gaúcha.”


MISSA ZUMBI DOS PALMARES


Essa é a missa preferida dos hereges da Teologia da Libertação.


Tem atabaque e berimbau? Tem, sim sinhô! Tem pipoca e cocada? Tem, sim sinhô! Tem padre caracterizado como pai de santo do Paraguai? Tem, sim sinhô! Nos dias mais animados, rola até um teatrinho e uma ginga de capoeira…


 


Mais uma vez, parte-se de uma caricatura: é como se os negros tivessem chegado ontem da África, e assim necessitassem de uma liturgia especialmente adaptada para que o anúncio do Evangelho se torne viável.


O que será que João Paulo II achava disso? Com a palavra, o eterno papitcho (grifos meus), falando aos bispos do Regional Sul I, em 2003:


“Certamente, não é possível descurar aqui a consideração da cultura afro-brasileira (…). Trata-se da delicada questão de aculturação, especialmente nos ritos litúrgicos, no vocabulário, a nas expressões musicais e corporais típicas da cultura afro-brasileira. (…) “É evidente, porém, que se estaria distanciando da finalidade específica da evangelização, acentuar um destes elementos formadores da cultura brasileira, isolá-lo deste processo interativo tão enriquecedor, de modo quase a se tornar necessária a criação de uma nova liturgia própria para as pessoas de cor. Seria incompreensível dar ao rito litúrgico uma apresentação externa e uma estruturação – nas vestes, na linguagem, no canto, nas cerimônias e objetos litúrgicos – baseada nos assim chamados cultos afro-brasileiros, sem a rigorosa aplicação de um discernimento sério e profundo acerca da sua compatibilidade com a Verdade revelada por Jesus Cristo. (2)


Que fique bem claro: a ideia daqueles que promovem as missas afro NÃO É convidar os não-católicos à conversão; é, sim, incentivar os feiticeiros, idólatras e macumbeiros a conciliar sem problemas a fé cristã e o culto aos Orixás. Duvida? Então veja essa declaração lamentável de Dom José Maria Pires, arcebispo emérito da Paraíba:


“Acreditamos cada vez mais fortemente que é possível o negro ser discípulo de Cristo e viver na Igreja sem deixar de ser negro, sem renunciar a sua cultura, sem ter de abandonar a religião dos Orixás.” (3)


Entendeu agora? Esses caras acham que um negro que renuncia à crença nos Orixás é “menos negro”, pois sofre um prejuízo cultural ao renegar a fé de seus “ancestrais”. Definitivamente, padres sincretistas têm pipoca no lugar do cérebro, só pode! Padre Paulo Ricardo não exagera quando diz que eles são TRAIDORES do cristianismo:


“Além do evidente abuso litúrgico que significam essas missas inculturadas (…), nós temos um grande erro moral, uma grande traição do cristianismo. (…) A evangelização supõe a conversão. Isso quer dizer que, onde quer que o cristianismo vá, ele irá necessariamente transformar as culturas, ele irá fazer necessariamente com que as mentalidade mudem. (…) “E assim todos os povos podem mudar, todas as culturas podem ser convertidas, todas as culturas – que têm algo de bom, mas também têm muita coisa de ruim – podem ser transformadas (…). Mas, você agora canonizar as culturas pagãs e dizer que elas são lindas, e assim apostatar a fé, deixando nosso senhor Jesus Cristo de lado, isso é simplesmente a traição do cristianismo.” (4)


AVISO: o vídeo a seguir contém cenas fortes. Não é recomendado para católicos fiéis com problemas cardíacos e gestantes. Tirem as crianças da sala!!!


Trata-se de uma missa afro realizada na Paróquia São José, no bairro Parque Guaraní, em São Paulo, em 2007. As cenas que aparecem a partir dos 3:45 min. são especialmente chocantes: um casal sacoleja loucamente diante do altar, ao som de “Pérola Negra”, de Daniela Mercury! De fato, uma pérola do sacrilégio nacional.


 


Outra característica estapafúrdia dessas missas afro é a veneração ao líder quilombola Zumbi dos Palmares. O homi é tratado como um verdadeiro santo, um “mártir da causa negra”. Mais preocupados em rebolar nas missas do que em estudar história, esses padres ignoram – ou fingem ignorar – que seu grande heroi tinha escravos. É o que constata o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil:


“Zumbi (…) mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. Também sequestrava mulheres, raras nas primeiras décadas do Brasil, e executava aqueles que quisessem fugir do quilombo”. (5)


Assassino, senhor de escravos, sequestrador de mulheres… Que belo exemplo para os cristãos! Viva Zumbi dos Palmares, explorador de escravos negros mais amado do braziu-ziu-ziu!


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Que Nosso Senhor Jesus Cristo ilumine os bispos do Brasil, para que sejam fiéis ao Papa e para que cumpram o seu papel de combater sem hesitação estas atrocidades, verdadeiros deboches à nossa fé católica. Os promotores das missas avacalhadas podem ser até bem-intencionados, mas, de boa intenção, o terreiro da Mãe Nonoca tá cheio.


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Agradeço ao Bruno Cezar Psico por ter me sugerido a leitura do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil.

Missa de cura e libertação - o que a Igreja diz?

 Para os católicos letrados, seria fácil de responder que Roma jamais promulgou um próprio para uma Missa deste tipo. Por tanto, se não há no Missal Romano um próprio para que se celebre tal culto, não se deve celebrá-lo. De fato, há no missal uma seção intitulada “Missas para diversas necessidades”, a qual pode ser utilizada para diversas finalidades particulares. Existem ainda as Missas especiais de Rogações, as Missas para as Quatro Têmporas e uma Missa “pelos enfermos”. Mas e Missas para “curar e libertar”?


Poderíamos argumentar que “toda Missa cura e liberta”, uma vez que basta o Milagre Eucarístico e a comunhão para sanar todos os males, mas ao que parece este mesmo argumento se vê ultrapassado uma vez que há padres utilizando-se de argumentos espertos que vão desde “estas Missas se celebram de uma forma diferente” até “dinâmicas” que são introduzidas ao gosto do freguês, mesmo sem negar a natureza curativa e libertadora do Sacrifício de Cristo.


Os dois argumentos acima são falhos e criminosos em si mesmos, mas não é deles que trataremos. Definamos então as características básicas de uma Missa de Cura e libertação e analisemos se sua natureza condiz ou não com a Doutrina da Igreja. Nestas Missas são introduzidos:


Orações por cura e libertação;

Cantos emotivos e não litúrgicos;

Homilias artificiais, escandalosas e destoantes da Liturgia da Palavra no dia;

Novos momentos na ação litúrgica;

Exposição do Santíssimo Sacramento no ostensório ainda durante a Missa, e;

Gestos alheios às prescrições do Missal Romano.

Reconhecidas estas introduções, analisemos então.


Quanto ao número 1, das orações por cura e libertação.


A autoridade perene e inequívoca do Santo Padre foi exercida por meio da Congregação para Doutrina da Fé, na “Instrução sobre as orações para alcançar de Deus a cura” nos seguintes termos:


Art. 2 – As orações de cura têm a qualificação de litúrgicas, quando inseridas nos livros litúrgicos aprovados pela autoridade competente da Igreja; caso contrário, são orações não litúrgicas.


Art. 3 – § 1. As orações de cura litúrgicas celebram-se segundo o rito prescrito e com as vestes sagradas indicadas no Ordo benedictionis infirmorum do Rituale Romanum.(27)


Por tanto, qualquer oração por cura que não esteja já inserida nos textos litúrgicos ou que não tenha sido devidamente aprovada pelo Bispo Diocesano, conforme o Can. 838 do CDC, não são litúrgicas e NÃO PODEM SER UTILIZADAS NA MISSA. Da mesma forma, qualquer Missa que deseje rogar a Deus pela cura dos enfermos DEVE SEGUIR A PRESCRIÇÃO CANÔNICA em sua forma, o que não inclui nenhuma das outras introduções das quais trataremos.


Não é da tradição católica, e nem foi tratado ou autorizado por Roma em qualquer documento, orações por “libertação” a não ser aquelas dos ritos de exorcismo. Não se podendo inserir orações na Santa Missa alheias àquilo que ordena a Santa Sé, nos restaria questionar se ao menos as de exorcismo poderiam ser utilizadas para o fim de libertação. Sobre isso diz o mesmo documento:


Art. 8 – § 1. O ministério do exorcismo deve ser exercido na estreita dependência do Bispo diocesano e, em conformidade com o can. 1172, com a Carta da Congregação para a Doutrina da Fé de 29 de Setembro de 1985(31) e com o Rituale Romanum.(32)


§ 2. As orações de exorcismo, contidas no Rituale Romanum, devem manter-se distintas das celebrações de cura, litúrgicas ou não litúrgicas.


§ 3. É absolutamente proibido inserir tais orações na celebração da Santa Missa, dos Sacramentos e da Liturgia das Horas.


O direito permite, no entanto,


§ 2. Durante as celebrações, a que se refere o art. 1, é permitido inserir na oração universal ou «dos fiéis» intenções especiais de oração pela cura dos doentes, quando esta for nelas prevista.


Por tanto, mesmo na Oração Universal a oração pela cura dos enfermos só se faz quando for canonicamente prevista.


Quanto ao número 2, dos cantos emotivos e não litúrgicos.


Já é fato batido e discutido em inúmeros documentos oficiais da Igreja, alguns infalíveis, qual a natureza do canto litúrgico (nO Quirógrafo de São João Paulo II, Tra le sollecitudini, no Documento da 48ª Assembleia Geral da CNBB, etc). No entanto, a “Instrução sobre as orações para alcançar de Deus a cura” ainda nos diz:


Art. 9 – Os que presidem às celebrações de cura, litúrgicas ou não litúrgicas, esforcem-se por manter na assembleia um clima de serena devoção, e atuem com a devida prudência, quando se verificarem curas entre os presentes. Terminada a celebração, poderão recolher, com simplicidade e precisão, os eventuais testemunhos e submeterão o facto à autoridade eclesiástica competente.


Sem estimular choramingos, labaxúrias ou berros estridentes. O clima da celebração deve manter-se o mesmo de toda celebração litúrgica, principalmente da Eucaristia: silencioso, devocional, piedoso e amoroso.


Quanto ao número 3, das homilias artificiais, escandalosas e destoantes da Liturgia da Palavra no dia.


O Papa Bento XVI nos fala na Sacramentum Caritatis (SC) e na Verbum Domini (VD) sobre a natureza das homilias:


1) A sua «função [portanto, o seu fim] é favorecer uma compreensão e eficácia mais ampla da Palavra de Deus na vida dos fiéis» (SC n. 46 e VD n. 59).


2) «A homilia constitui uma atualização da mensagem da Sagrada Escritura, de tal modo que os fiéis sejam levados a descobrir a presença e eficácia da Palavra de Deus no momento atual da sua vida» (VD n. 59).


3) «tenha-se presente a finalidade catequética e exortativa da homilia» (SC n. 46). A respeito do caráter exortativo, a VD menciona a conveniência de, mesmo nas breves homilias diárias, «oferecer reflexões apropriadas […], para ajudar os fiéis a acolherem e tornarem fecunda a Palavra escutada» (n. 59).


4) Um ponto importante sobre o foco central da homilia: «Deve resultar claramente aos fiéis que aquilo que o pregador tem a peito é mostrar Cristo, que deve estar no centro de cada homilia» (VD n. 59).


Por tanto, não há lugar na homilética litúrgica para homilias como as que costumam figurar nestas Missas.


Quanto ao número 4, dos novos momentos na ação litúrgica.


Não raro, os sacerdotes que se dispõem a este show de horrores na liturgia costumam introduzir momentos estranhos à ação litúrgica que se celebra. Segundas homilias, interrupções à oração eucarística, etc.


Quanto a isso a CNBB é clara e direta, indicando que a Santa Missa consta das seguintes partes:

Ritos Iniciais (canto e procissão de entrada, saudação, ato penitencial, hino de louvor, oração do dia);

Liturgia da Palavra (primeira leitura, salmo responsorial, segunda leitura, sequência - quando prescrita, aclamação ao Evangelho, proclamação do Evangelho, homilia, profissão de fé e oração universal);

Liturgia Eucarística:

preparação das oferendas (preparação do altar, canto e procissão das oferendas, coleta, lavar as mãos, apresentação das oferendas, Orai, irmãos e irmãs e oração sobre as oferendas)

Oração Eucarística (diálogo inicial, prefácio, Santo, epiclese, narrativa da instituição e consagração, anamnese, oblação ou ofertório, segunda epiclese, intercessões e doxologia final);

rito da comunhão (Pai-Nosso, embolismo, doxologia, oração da paz, abraço da paz, fração do pão, Cordeiro de Deus, convite à comunhão, apresentação, resposta da assembleia, canto e distribuição da comunhão, ação de graças, interiorização, purificação dos vasos sagrados e oração depois da comunhão)

Ritos Finais (mensagem final, avisos, vivência, bênção final, despedida, canto final).

Nem dentro nem fora destes momentos a liturgia aceita quaisquer inovações. Algumas celebrações, em especial as pontificais, possuem de fato momentos adicionais mas, no entanto, foram especificamente descritos pela Santa Sé nos livros litúrgicos (Cerimonial dos Bispos, Pontifical Romano, Ritual de Bênçãos, etc) e se prestam à finalidade sacramental para a qual foram criados, em conformidade com a Doutrina e Tradição de sempre.


Quanto ao número 5, da exposição do Santíssimo Sacramento no ostensório ainda durante a Missa.


Sobre o uso da exposição do Santíssimo Sacramento, ou procissão sem o fim para o qual reza a norma, que é a adoração, a Santa Igreja considera ilegítimo, como está abaixo, no Documento do Cardeal Ratzinger já citado anteriormente:


“[…]Também estas celebrações são legítimas, uma vez que não se altere o seu significado autêntico. Por exemplo, não se deveria pôr em primeiro plano o desejo de alcançar a cura dos

doentes, fazendo com que a exposição da Santíssima Eucaristia venha a perder a sua finalidade; esta, de fato, «leva a reconhecer nela a admirável presença de Cristo e convida à íntima união com Ele, união que atinge o auge na comunhão sacramental”».


Oras, se o auge da união com Cristo se atinge na comunhão sacramental e esta é parte da Celebração Eucarística, é para Cristo dentro de si que se deve olhar e não para fora uma vez que “aqui dentro” ele está mais próximo do que “ali fora”. Por tanto, o rito de exposição do Santíssimo Sacramento não cabe na Santa Missa (salvos os casos pontificais presentes nos textos litúrgicos) pois distancia o fiel desta realidade íntima da presença real de Cristo em si.


Quanto ao número 6, dos gestos alheios às prescrições do Missal Romano.


A IGMR é clara:


42. Os gestos e atitudes corporais, tanto do sacerdote, do diácono e dos ministros, como do povo, visam conseguir que toda a celebração brilhe pela beleza e nobre simplicidade, que se compreenda a significação verdadeira e plena das suas diversas partes e que se facilite a participação de todos[52]. Para isso deve atender-se ao que está definido pelas leis litúrgicas e pela tradição do Rito Romano, e ao que concorre para o bem comum espiritual do povo de Deus, mais do que à inclinação e arbítrio de cada um.

A atitude comum do corpo, que todos os participantes na celebração devem observar, é sinal de unidade dos membros da comunidade cristã reunidos para a sagrada Liturgia: exprime e favorece os sentimentos e a atitude interior dos presentes.”

É correto falar de Missa de louvor, libertação, cura?

 Certamente que quando queremos qualificar a Missa com um adjetivo ou genitivo de isto ou daquilo outro, estamos a empobrecer e a reduzir a riqueza da Missa. Porque toda Missa é de louvor, uma vez que a finalidade latrêutica é a principal (glorificar a Deus), como toda Missa liberta, ao ser o sacrifício da Redenção, e toda Missa cura, uma vez que reconcilia e perdoa aos pecadores que somos nós.


Não existe Missa mais libertadora ou louvadora que outra; o que pode ser enfatizado é a dimensão ou o destaque a uma das finalidades, o que deve ser feito sem nunca esquecer as outras dimensões e aspectos.


Como tampouco devemos esquecer que a Missa não pertence ou é do padre tal ou qual, já que estaríamos omitindo que o ministro principal de toda ação litúrgica é o próprio Jesus Cristo.


Existe sim, uma maneira ou uma participação litúrgica que pode variar de Missa para Missa. De fato, uma Missa pode envolver mais a assembléia reunida, que tem mais possibilidades de expressar-se e gestualizar. Embora seja importante esclarecer que a participação mais intensa e profunda é a união interna com o Senhor, e que se faltar essa atitude de deixar-se transformar pela graça divina, estaria faltando tudo.


O então Cardeal Ratzinger, agora nosso Papa Bento XVI, afirmava no famoso Relatório sobre a Fé, que a Missa não é um show ou espetáculo, e que a Igreja vive de solenes reatualizações do mesmo sacrifício de Jesus na cruz.


É necessário inculturar a Missa, com cantos e gestos, adaptá-la aos diferentes contextos celebrativos, porém seja mais oportuno amá-la e conhecê-la melhor, como a obra prima do Espírito Santo, o que exige de nós uma atitude mais contemplativa e orante.


Toda Missa é a ação de um Deus que se doa, sinergia sagrada que santifica, liberta e cura a seu povo.

Erros da RCC

 Os gnósticos (e muitas correntes protestantes) dizem que Deus está dentro dos homens de forma imanente, (ou seja, Ele está tão presente que não pode sair jamais).Dizem que todos possuem naturalmente uma “semente divina” em seu interior. Assim, para despertar a fé no homem seria necessário uma “experiência pessoal” com a divindade, sem a qual ninguém pode se tornar verdadeiramente crente.O objetivo de tal experiência é “despertar” o “deus” que permanece “oculto na subconsciência”, para que ele possa produzir seus “frutos”.

Já a Igreja Católica ensina que Deus não está de forma imanente no homem.


Ele vem se hospedar na alma da pessoa no dia de seu batismo, através da “graça santificante”.


Antes do batismo, o que possuímos em nossa natureza é a semente do pecado, pois está dito nos Salmos:


“Eis que fui concebido em iniqüidade, e minha mãe me concebeu no pecado” (Salmos, Cap. 50, v. 7).


Todo homem nasce com o pecado original, que causa uma grande desordem em sua natureza. O homem não tem semente divina em si. Quando nascemos somos escravos do pecado, e ainda não somos filhos de Deus.


Veja o que escreveu São João:


“Todo o que nasce de Deus, não comete pecado, porque a semente de Deus permanece nele, e não pode pecar porque nasceu de Deus. Nisto se distinguem os filhos de Deus dos filhos do demônio (I João cap. 1, v. 9-10).


Note bem, que São João diz que “todo o que nasce de Deus é que tem a semente divina”.


São João afirma que só tem a semente divina quem nasce de Deus.


Enquanto que os gnósticos afirmam que todo homem tem essa semente divina (o Vaticano II ensinou isso também, mas seus defensores dizem que a tal “semente divina” conciliar nada mais é do que a alma da pessoa. Porém, a Igreja nunca chamou alma de semente divina. E sempre recusou usar esta expressão por ser ela gnóstica).



São João afirma então que o homem batizado, que nasceu de Deus, que nasceu da água e do Espírito, isto é, o homem batizado e elevado à ordem sobrenatural é quem tem a semente de Deus, isto é, a graça de Deus.Por isso ele escreveu:“Mas a todos os que o receberam deu o poder de se tornarem filhos de Deus, aos que crêem em seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. (João cap. 1, v. 12-13).

A filiação divina, que nos faz semelhantes a Deus, não provém da carne, isto é, da natureza, mas de Deus.


Por isso, nem todo homem é filho de Deus e semelhante ao Pai divino, como está dito no início do Evangelho de São João.


E foi por isso que Cristo ensinou que “quem crer e for batizado, será salvo” (S. Marcos, 16, 16).


Posteriormente ao batismo, Deus continua a habitar em nós, mas não de forma imanente. Segundo São João, quando pecamos mortalmente Deus nos abandona, não continuando a permanecer jamais em nós:


“Quem não ama permanece na morte. Todo aquele que odeia seu irmão é um assassino. E como sabeis, nenhum assassino tem a Vida Eterna permanecendo nele” (1 S. João, cap. 3, v. 14 e 15).


“Vós sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e sois vencedores do maligno. Não ameis o mundo e nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1 carta de São João, cap. 2, 14 e 15).


Ora, até mesmo o novo catecismo de João Paulo II vem confirmar este ensinamento. Veja:


“O pecado mortal (…) acarreta a perda de caridade e a privação da graça santificante, isto é, do estado de graça. Se este estado não for recuperado mediante o arrependimento e o perdão de Deus, causa a exclusão do Reino de Cristo e a morte eterna no Inferno (…)” (1861).


“O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e consequentemente nos torna incapazes da vida eterna (…)” (1472).


ALGUNS PROBLEMAS QUE SURGEM NOS GRUPOS DE RENOVAÇÃO CARISMÁTICA


Trecho extraído do livro Parákletos


1. Emocionalismo: confundir fé com emoção;


2. Antiintelectualismo e pietismo: supor que basta a piedade e que não há necessidade de instrução na fé;


3. Gnosticismo: sentir-se “conhecedor das coisas divinas” e, portanto, perfeito, devido às “experiências” espirituais recebidas;


4. Iluminismo: aceitar a falsa pretensão de ser iluminado e guiado somente do alto;


5. Independência: ter a ilusão de depender unicamente do Espírito, sem estar sujeito em nada a qualquer autoridade, desconhecendo o carisma hierárquico da Igreja;


6. Imediatismo: esperar tudo de uma intervenção direta e milagrosa de Deus, ignorando o exercício dos meios e da prudência humana;


7. Fundamentalismo bíblico: tomar o texto da Escritura ao pé da letra, sem nenhuma norma de interpretação e aplicá-lo de imediato às circunstâncias presentes;


8. Elitismo: sentir-se superior, depreciar o que não é diretamente Renovação e criticar aqueles que não partilham as mesmas idéias;


9.Gula pseudo-espiritual: alimentar uma avidez demasiado humana de experiências espirituais que não passam de experiências psíquicas;


10. Carismania: reduzir a Renovação a uma carismania barata e perigosa;


11. Desconhecimento do Ecumenismo: crer ingenuamente que não há diferenças profundas entre católicos e outras expressões cristãs.


12. Alienação.


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“Desde 1952 estive examinando também a fenomenologia pentecostal, e aproveitava as oportunidades que me eram oferecidas para observá-la, já que do ponto de vista psicológico, o que se via nos cultos pentecostais era muito parecido com o que acontecia nas sessões espíritas e nos terreiros umbandistas. Todos prometiam resolver os mil problemas da gente com a ajuda ou intervenção perceptível do além.” (KLOPPENBURG, BOAVENTURA, Parákletos: O Espírito Santo,ed. Vozes, 1998, p.148 -149)