sexta-feira, 27 de novembro de 2020

A ou à distância?

 1) Para solução do problema de crase antes da palavra distância, assim são as palavras de Cândido de Oliveira:


a) "Sem acento no a quando a distância é desconhecida: 'Ponha-se a distância'";


b) "Com acento, quando a distância é conhecida: 'Ponha-se à distância de seis metros'".

Protocolizar ou protocolar?

1) Apesar das objeções de alguns autores, que dizem que protocolar não é verbo, e sim adjetivo, no sentido de respeitoso, cerimonioso, formal, oficial, Napoleão Mendes de Almeida1 e Aurélio Buarque de Holanda Ferreira registram-na como forma vernácula, dando-a como normal sinônimo de protocolar (esta sem resistência alguma), com o significado de levar ao protocolo. Ex.: "O advogado protocolizou o pedido de relaxamento de prisão de seu constituinte".


2) Embora pouco usada no sentido de inscrever, de registrar em protocolo, encontra-se exemplo de seu emprego por texto de lei: "Protocolizado o título ou documento, far-se-á em seguida, no livro respectivo..." (Lei n. 6.015, de 31/12/73, art. 147).


3) Interessante é anotar, por um lado, que nossos textos de lei, de um modo geral, evitam o emprego tanto de protocolar como de protocolizar, e acabam dando preferência a locuções como lançados em protocolo (art. 50 do Código Comercial), apontado no protocolo (art. 154 do Decreto n. 4.857, de 1939 - Regulamento dos Registros Públicos), lançamento no protocolo, apontamento no protocolo, entrada no protocolo e prenotados no protocolo (respectivamente arts. 12, 151, 153 e 191 da Lei de Registros Públicos).


4) Por outro lado, também se encontram as formas específicas dos mencionados verbos, como o particípio passado de protocolar (art. 164, § 1°, do Decreto n° 4.857, 1939), situação que se repete nos arts. 110, § 1°, e 156, parágrafo único, da Lei de Registros Públicos, e o particípio passado de protocolizar (arts. 147 e 188 do texto legal por último referido).


5) Em apreciação conjunta para ambas as formas, leciona Geraldo Amaral Arruda que "é preciso cuidado especial no uso desses verbos, que, embora registrados nos dicionários, não consta que tenham sido usados senão em formas nominais, fora da linguagem coloquial dos cartórios", motivo por que - acentuando o referido mestre tratar-se "antes de uma questão de estilo e clareza do que de correção de linguagem" - em seu entendimento, é "conveniente a opção pelas locuções, das quais as leis oferecem vários exemplos".3


6) Com a devida vênia desse ensinamento, todavia, não parece haver razão para tal emprego restritivo, porquanto, se se admite o uso das formas nominais de ambos os verbos (infinitivo, gerúndio e particípio), e se não há empecilho algum que determine ser defectivo qualquer deles no que concerne à conjugação verbal, não parece haver razão impeditiva de seu emprego nas demais formas, também não se apresentando visível qualquer "questão de estilo e clareza" que justifique tal proceder proibitivo.


7) Reforçando exatamente esse entendimento, o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras, veículo oficial para dirimir dúvidas acerca da existência ou não de vocábulos em nosso idioma, registra o verbo protocolizar sem restrição alguma,4 o que implica dizer que seu emprego está oficialmente autorizado entre nós.


8) Oportuno é acrescentar que o art. 147 da Lei 6.015, de 31/12/73, que dispôs sobre os registros públicos, em sua redação primitiva, assim registrava: "Protocolado o título ou documento, far-se-á, em seguida, no livro respectivo, o lançamento..."; na republicação da lei, inserida na Coleção das Leis da União de 1975, vol. V, p. 61, todavia, passou a constar protocolizado.


9) De igual modo, o art. 277 da mesma lei (antigo art. 278), assim registrava: "Requerida a inscrição de imóvel rural no registro Torrens, o oficial protocolará e autuará o requerimento e documentos..."; a republicação, com as alterações trazidas pela Lei 6.140 e pela Lei 6.216, de 30/6/75, por sua vez, registrou protocolizará.


10) Nenhum problema, já que ambas as formas são aceitas como variantes e igualmente corretas em nosso léxico. Em suma, protocolar pode ser verbo (registrar no protocolo ou formalizar) ou adjetivo, trata-se de uma simplificação brasileira de protocolizar.

Por ventura ou porventura?

1) Trata-se de advérbio, que tem o significado de acaso, talvez, possivelmente, provavelmente, quiçá, quem sabe, eventualmente. Ex.: "Alguém sabe informar porventura onde o réu se refugiou?".


2) Sua grafia com os elementos unidos é a preconizada por nossos dicionários; constitui, porém, mais um caso daquelas incongruências de difícil entendimento da ortografia oficial, até porque sua expressão sinônima por acaso é escrita com os elementos separados.


3) Espancando, todavia, qualquer dúvida a respeito, o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, da Academia Brasileira de Letras, que é o veículo oficial para dirimir dúvidas acerca do modo de grafar as palavras em nosso idioma, registra a palavra com os elementos unidos: porventura. Não confundir porventura, que indica uma situação hipotética, com por ventura, que significa por sorte, usado para uma situação favorável.

Foro ou fórum?

1) Fórum é forma vinda diretamente do latim e significa, em termos jurídicos, o próprio lugar onde funciona a Justiça, o prédio em que as causas são julgadas. Nesse sentido, tem por sinônima pouco usada a palavra foro (com pronúncia aberta no singular e no plural, mas sem motivo algum de acento gráfico em qualquer dos casos). Exs.: a) "O fórum cível central de São Paulo fica na Praça João Mendes"; b) "O foro (ó) cível central de São Paulo fica na Praça João Mendes".




2) Como todo vocábulo paroxítono terminado em um ou uns, como álbum e médium, fórum é palavra acentuada tanto no singular quanto no plural: fórum, fóruns. Todavia não recebem acento - repita-se - nem foro nem foros, porque são paroxítonas terminadas em o, como solo.




3) Não se encontrando exemplos de emprego de foro (ó) na legislação mais conhecida, vejam-se alguns exemplos de emprego da palavra fórum na legislação: a) "Considera-se prorrogado o prazo até o primeiro dia útil se o vencimento cair em feriado ou em dia em que: I - for determinado o fechamento do fórum" (CPC, art. 184, § 1º, I); b) "A praça realizar-se-á no átrio do edifício do fórum..." (CPC, art. 686, § 2º); c) "O edital será afixado no átrio do fórum..." (CPC, art. 687, em redação revogada).




4) Com pronúncia fechada no singular (ô) e aberta no plural (ó), dentre outros sentidos, significa a própria jurisdição, o âmbito, a alçada, o poder de julgar. Ex.: "Mesmo havendo foro de eleição, normalmente não há empecilho a que se ajuíze a demanda na comarca do domicílio do réu".




5) Nesse sentido, também é palavra que, na atualidade, não tem razão alguma para ser graficamente acentuada nem no singular (ô) nem no plural (ó).




6) Com Arnaldo Niskier, vale reiterar "que o plural de foro, como o de forno, é pronunciado com o tônico aberto (ó)". A essa alteração de timbre fechado no singular para aberto no plural, dá-se o nome de metafonia.




7) Essa também é a lição de Artur de Almeida Torres, que inclui tal vocábulo entre os "substantivos terminados em o átono que fazem o plural com acréscimo de s, passando a aberto o timbre fechado da vogal tônica" (fóros).




8) Nesse sentido se diz "foro de eleição", "causa a ser discutida neste foro", "expressão usada na linguagem do foro", e há diversos exemplos de seu emprego na legislação: a) "A procuração geral para o foro, conferida por instrumento público, ou particular assinado pela parte, habilita o advogado a praticar todos os atos do processo, salvo para receber citação inicial, confessar, reconhecer a procedência do pedido, transigir, desistir, renunciar ao direito sobre que se funda a ação, receber, dar quitação e firmar compromisso" (CPC, art. 38); b) "A ação fundada em direito pessoal e a ação fundada em direito real sobre bens móveis serão propostas, em regra, no foro do domicílio do réu" CPC, art. 94); c) "Tendo mais de um domicílio, o réu será demandado no foro de qualquer deles" (CPC, art. 94, § 1º); d) "Nas ações fundadas em direito real sobre imóveis é competente o foro da situação da coisa" (CPC, art. 95).




9) Para sintetizar, vale a pena trazer a lição de Antonio Henriques, que assim diferencia os vocábulos: a) fórum - "o termo, além de outros significados, adquiriu o sentido de lugar de mercado, centro dos negócios públicos e privados, lugar onde se resolviam as contestações e processos", daí advindo o sentido atual: "lugar, espaço físico, prédio onde funcionam os órgãos do Poder Judiciário"; b) foro corresponde a fórum, "com som aberto no singular e plural"; c) foro (som fechado no singular e aberto no plural) - tem sentido de área de jurisdição, o raio de ação do juiz, podendo significar, também, "juízo, julgamento (foro íntimo, v. g.), costume, uso".

À exceção de ou com exceção de?

 1) Após referir que à exceção constitui expressão sinônima de com exceção de, Vitório Bergo anota que tem ela o abono de bons escritores, alinhando, em corroboração,  exemplo de Alexandre Herculano: "... não é já digno de reparo que todos estes diferentes tipos de linhagens, à exceção de um, se guardassem no arquivo destinado à conservação dos diplomas e registros públicos?".


2) Arnaldo Niskier também defende a correção de tal estrutura bem como de sua correspondente com exceção de.


3) Domingos Paschoal Cegalla vê como igualmente corretas as seguintes expressões: à exceção de e com exceção de. Errada mesmo é a expressão 'exceção feita de', que deve ser corrigida para 'exceção feita a' ou, simplesmente, 'exceto'.


4) Veja-se um exemplo de uso de uma dessas expressões em nossos textos de lei: "Com exceção dos casos previstos em lei, os direitos da personalidade são intransmissíveis e irrenunciáveis, não podendo o seu exercício sofrer limitação voluntária" (CC/2002, art. 11).

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

auxese - dic. Aulete

 auxese - substantivo feminino

1 - mitose celular induzida artificialmente por meios químicos ou físicos

2 - aumento do tamanho de um órgão, em geral decorrente do tamanho celular e não do aumento do número de células

3 - variação de hipérbole

Grafia usada em todos os países falantes de língua portuguesa exceto no Brasil, onde se escreve hipérbole.

hipérbole - idem

1 - figura de estilo ou semântica que consiste no exagero de uma expressão ou ideia, quer no sentido positivo, quer no negativo, com o objetivo de produzir maior impressão

2 - curva plana obtida pela secção de um cone por um plano paralelo a uma geratriz

3 - curva plana constituída dos pontos cuja diferença da distância de dois pontos fixos, chamados focos, é constante

Grafia usada no Brasil. Nos demais falantes de língua portuguesa se escreve auxese.

tmese - dic. Aulete

 tmese - substantivo feminino

1 - variação de mesóclise

2 - separação de dois elementos de um vocábulo ou de uma construção, pela intercalação de um termo

Grafia usada em todos os países falantes de língua portuguesa exceto no Brasil, onde se escreve mesóclise.

mesóclise - idem

intercalação do pronome pessoal oblíquo átono entre o radical e a desinência das formas verbais dos futuros do presente e do pretérito: ajoelhar-me-ei, informá-lo-ia, dá-la-íamos, falar-te-á

Grafia usada no Brasil. Nos demais países falantes de língua portuguesa escreve-se tmese.

Gestos e posições na Missa

 Fazer o sinal da Cruz:

– com água benta ao entrar na igreja.

– junto com o sacerdote no começo da Missa.

– quando o sacerdote diz “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”

– quando o padre aspergir água em sua direção (se houver rito de aspersão).

– com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração quando o ministro anuncia o evangelho

– na conclusão do Credo

– após ter receber a Comunhão

– durante a bênção final, quando o sacerdote invoca a Trindade.

– com água benta ao sair da igreja


Unir as mãos:

– no Pai Nosso


Bater no Peito:

– no “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.

– às palavras “Tende piedade de nós” no Agnus Dei

– ao dizer: “Domine, non sum dignus… (“Senhor, eu não sou digno…”).


Fazer genuflexão:

– antes de se dirigir ao banco.

– ao sair do banco para deixar a Igreja


Fazer inclinação de cabeça:

– quando o crucifixo na procissão de entrada passa (caso tenha Bispo, quando ele passar)

– quando o sacerdote diz “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”

– ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.

– a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai…”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)

– ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo no Ofertório.

– ao Dizer o nome da Virgem Maria

– No momento da Consagração de cada espécie

– no Pai Nosso

– ao dizer “Senhor eu não sou digno…”

– quando o crucifixo passar na procissão de saída (caso tenha Bispo, quando ele passar)


Fazer inclinação profunda:

– ao altar quando entrar na Igreja, quando não há sacrário ou é invisível

– quando o sacerdote faz genuflexão após a consagração de cada espécie

Ficar de Pé:

– para a procissão de entrada

– para os ritos iniciais

– para o evangelho

– para o credo

– quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs…” na liturgia eucarística até o final do “Santo, Santo, santo”

– No Pai Nosso

– nos ritos finais

– na procissão de saída


Ficar Sentado:

– na leitura das escrituras

– na homilia

– no ofertório

– após a oração depois da comunhão


Ficar de Joelhos (exceto em caso de doença, lugar estreito, pouco espaço devido à grande quantidade de pessoas ou qualquer causa justa e razoável que o impeça):

– ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.

– no natal e na anunciação durante o Incarnatus no Credo

– depois do Santo, Santo, Santo ficando de joelhos durante toda oração eucarística (a partir de 1969, a partir da invocação do Espírito Santo sobre as oferendas até depois do Eis o mistério da fé)

– ao fim do Agnus Dei

– para receber a comunhão

– antes de sentar depois de receber a comunhão para oração privada

– quando o sacrário é aberto

– depois da missa para oração privada

Ritos Iniciais


Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.


Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)


Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.


Ficar de pé para a procissão de entrada.


Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)


Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.


Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.


Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”


Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.


Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção.


Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai…”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)


Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito…”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo…”)


Liturgia da Palavra


Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.


Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.


Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.


Sentar-se para a homilia.


Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.


Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.”


Liturgia Eucarística


Sentar-se durante o ofertório.


Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs…” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício…”


Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.


Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo…”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.


No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).


Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.


Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.


Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)


Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.


Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”).


Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus… (“Senhor, eu não sou digno…”).


Recepção da Comunhão


Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.


Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.


Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.


Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).


Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.


Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.


Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.


Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.


Ritos Finais


Ficar de pé para os ritos finais.


Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.


Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)


Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.


Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.


Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.


Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura.

Não batam palmas na igreja, muito menos para saudar o Papa!

 Como muitas pessoas não entendem o por que de não pode bater palmas na Santa Missa, nem mesmo ter danças, gritos, e músicas animadas e ritmadas, iremos aqui abordar este tema, o texto ficou um pouco longo, mas vale a pena ser lido. Nós não pregamos isso por mero “achismo”, mas este ensinamento é a FÉ da Igreja bimilenar, e que SEMPRE esteve na mentalidade dos Católicos, infelizmente a uns anos pra cá, isso foi se perdendo com o modernismo infiltrado na Igreja. E hoje infelizmente muitos fazem da Missa um Circo! O que é completamente errado. “Ah mas meu pároco permite, então tá tudo bem”


Não! Não está tudo bem! O pároco deve tanta obediência a Igreja quanto qualquer um de nós! E só por que muitos não são obedientes agora vamos segui-los? Iremos atrás de Judas ou dos outros 11 apóstolos? Saibam que Judas sempre teremos na Igreja, e portanto temos que ter discernimento para saber conhecê-los para não seguir suas desordens.


Enfim, vamos começar. O que é a Santa Missa?


R: A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário. É o mesmo e único sacrifício infinito de Cristo na Cruz, que foi solenemente instituído na Última Ceia. Nesta cerimônia ímpar, Cristo é ao mesmo tempo vítima e sacerdote, se oferecendo a Deus para pagamento dos pecados, e aplicando a cada fiel seus méritos infinitos.


Por que dizemos que a Missa é a renovação incruenta do Sacrifício do Calvário?


R. Porque na Missa Nosso Senhor Jesus Cristo se imola novamente para nossa salvação, como Ele fizera no Calvário, embora na Missa seja sem sofrimento físico.


Esse conceito é BÁSICO para entender o Motivo da proibição das Palmas e de danças e gritos.


Não se pode fazer na Missa NADA que você não faria se estivesse na Frente da Cruz de Cristo enquanto ele está crucificado e sofrendo, derramando seu sangue por amor a nós. Use o bom senso pergunte-se:


Eu dançaria enquanto Cristo chora de dor?


Eu aplaudiria na frente da cruz enquanto Cristo apanha dos soldados?


Nossa Senhora fez isso na frente da Cruz? E São João?


Não! Eles não fizeram! As outras perguntas faça-se a si mesmo, e imagine-se nessa cena. Pois bem: EIS AI O VERDADEIRO SIGNIFICADO DA SANTA MISSA!


SACRIFÍCIO – Guarde bem esta Palavra. Missa significa SACRIFÍCIO. E não show!! Desde quando se escrevia farmácia com PH!


Objeção de quem não conhece a Igreja a fundo: “Ah mas Cristo ressuscitou, então temos que fazer uma festa”


Resposta: A Igreja não tem dúvidas que Cristo ressuscitou. Sim Ele tá vivo! Mas na Santa Missa era vontade do Senhor que se lembrasse sua MORTE, e não sua ressurreição!

Portanto a Missa é ENCONTRO COM CRISTO, e não espetáculo, do Início ao fim!


Diz São Paulo: “Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a MORTE do Senhor, até que venha”. (1 Cor 11,26). Não está escrito 'lembrais sua RESSURREIÇÃO'.

Por este motivo, a missa deve ser SILENCIOSA. Não deve haver Palmas, gritos, e “louvores” estridentes como nos cultos protestantes.

Algumas frases dos Santos que podem ajudar a compreensão:


Eis o meio mais adequado para assistir com fruto a Santa Missa:


Consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos.”


(São Leonardo de Porto Maurício. Tesouro Oculto)


Bater ou não bater palmas na Missa fará diferença em nossa vida espiritual?


Sim, fará. Lembram do ditado “lex orandi, lex credendi”? A lei da oração é a lei do que se crê?

Nossas atitudes na Missa refletem o que cremos a respeito dela, o conceito que da Missa temos. Assim, uma atitude pouco relacionada com o aspecto sacrifical da Santa Missa mostra que não temos assim tanta convicção de que seja realmente um sacrifício. Às vezes temos essa idéia de que é um sacrifício apenas no discurso, sem aprofundar realmente as conseqüências dessa fé.


As pessoas que querem uma Missa Animada, com gritos palminhas e inovações. Estão querendo agradar a seu próprio Ego! Lembrem-se que Deus é perfeito, e a perfeição não precisa de adaptações. Deus sendo sempre o mesmo desde a criação do mundo, nunca evoluiu, nunca muda, pois o perfeito não pode evoluir, sendo que já está no seu grau máximo de inteligência e imperfeição, como diz a gramática, pretérito mais-que-perfeito. Sendo assim DISPENSA inovações.


Nós, seres Humanos falhos, e limitados, sempre estamos buscando mudanças, mas quando isso ocorre VEM DO HOMEM. Pois Deus não precisa de mudanças. A Missa deve ser sempre a mesma, o mesmo culto, com respeito, adoração de nossa parte. Quando alguém vai na missa buscando “ficar melhor” e se sentir bem, está buscando seu proveito Próprio e não buscando servir verdadeiramente o Senhor negando a si mesmo.

Vejam abaixo o atual e oportuníssimo comentário do S. Padre Bento XVI da Carta Apostólica do S. Padre e Beato João Paulo II – Domenica Coena – datado de 24/02/1980.


“A liturgia não é um show, um espetáculo que necessite de diretores geniais e de atores de talento. A liturgia não vive de surpresas simpáticas, de invenções cativantes, mas de repetições solenes. Não deve exprimir a atualidade e o seu efêmero, mas o mistério do Sagrado.”

É possível bater palmas em um grupo de oração, na pastoral que você participa, no movimento que você faz parte, em um show de música católica… Tudo isso é possível! O único momento em que isto é inviável é no momento da Santa Eucaristia.


 


Até se prevê palmas em alguns poucos momentos da liturgia, mas nenhum deles envolve músicas. Veja:


Podemos bater palmas para acolher um neo batizado;

Podemos bater palmas para demonstrar alegria após o consentimento dos noivos, no Ritual do Matrimônio;

Podemos bater palmas na criação de novos cardeais;

Podemos bater palmas na posse de párocos.

Porém o grande questionamento deste post nem é este. A grande questão que estou propondo é: Sou animador litúrgico. Canto nas missas, e na minha paróquia as palmas já são uma coisa normal sobretudo na hora dos cantos. Como mudar este quadro? Posso fazer algo?


A primeira coisa a dizer é que até na hora dos cantos é interessante que não se batam palmas. Estou sendo radical? Não.


O problema é que o canto litúrgico tem como forte as letras. Como diz a CNBB no curso para animadores litúrgicos: Na liturgia, a letra precede a melodia. O grande diferencial de um canto litúrgico é que as letras das músicas precisam entrar em nosso coração e elas (se bem escolhidas) vão fazer parte do conjunto que é a liturgia. As palmas e a agitação muitas vezes nos impedem de entrar na música e consequentemente no restante da liturgia. E se não atrapalham a você, certamente podem atrapalhar outras pessoas que estão na missa. É importante ressaltar que a missa não é exclusividade de um grupo, mas de toda a paróquia. Ali existem pessoas que se sentem mais a vontade para entrar na liturgia com menos barulho, menos alvoroço. Portanto, você como animador litúrgico precisa pensar em tudo isso e não apenas no que você gosta.


Bom, o primeiro passo para que esta mudança aconteça de forma simples e natural é você parar de bater palmas. Quando o animador litúrgico bate palmas, a assembleia de forma geral segue o gesto e acaba por imitá-lo. Quando você canta de forma sóbria, com gestos moderados, o seu exemplo vai transformando a assembleia. A postura do animador precisa ser sóbria. Com isto não estou dizendo que precisa ser triste. Não precisa ser um chato de galocha. Você pode ser sóbrio, cantar de uma forma que expresse a sua fé e incentive os irmãos a cantarem de forma participativa sem precisar bancar o animador de auditório.


Evite de usar expressões como “vamos lá”, “nas palmas”, “tchap, tchap, tchap”, 'sintonizando', 'tchan tchan tchan', 'impulso mágico, prontos', 'sinal verde para a contagem regressiva', 'um, dois, três', 'aos seus lugares, preparar, apontar, fogo', 'cinco, quatro, três, dois, dois e meio, um, zero', 'hora da reprise', 'é aqui que a banda toca'. Repito: Pode ate usar isso na sua pastoral, movimento, grupo de oração ou show, mas na missa definitivamente não. Além de expressões totalmente inadequadas a Santa Missa, a impressão que dá é que você quer fazer o mesmo que um cantor sertanejo universitário faz em seus shows. Aceita o conselho na caridade: Faz mais isso não que é feio… Você pensa que está arrasando quando na verdade está se expondo!


Mas e se a própria assembleia começa a bater palmas por ela mesma? Bom, ai é uma situação que passa dos seus limites. O que você deve fazer é dar o exemplo. O resto cabe ao sacerdote…


Infelizmente boa parte do nosso clero não educou o povo a evitar as palmas; os padres que são contra, as toleram, para evitar o “mimimi”. Os que são a favor, as incentivam ainda mais, achando que assim a missa ficará mais gostosa e “espiritual” com as palmas, como se Jesus dependesse disso para entrar no coração das pessoas. Mas seja de um jeito ou de outro, o importante é você manter a postura sóbria e cantar, não para dar show, mas para participar bem da Santa Missa e ajudar as pessoas a fazerem o mesmo.


Mas é importante você saber: Você não é Roque do Silvio Santos, não é o louro José da Ana Maria Braga, não é o Róger do programa do Danilo Gentili, e nem mesmo o Russo do Chacrinha (momento histórico)… Você está ali prestando um serviço litúrgico a Igreja. É preciso saber que não é hora do show, mas a hora do sacrifício.


Um vídeo descoberto recentemente (ao menos por mim) em que o Papa João XXIII, considerado por tantos como um papa “moderninho” pede (até de forma carinhosa, tipo docinho) para o pessoal “maneirar” nas palmas…



 


 


Portanto se você assume a postura de não bater palmas, a responsabilidade do ato, passa a ser exclusivamente do sacerdote e não sua. Afinal de contas, neste caso, cabe a ele corrigir as pessoas como fez o Papa João XXIII no vídeo acima. E se você for jeitoso com as palavras como eu (estou brincando tá? Eu não tenho muito jeito com gente dodói), melhor deixar esta missão para ele. Afinal de contas ele tem mais trato com o povo que se ofende fácil do que nós músicos.


Somos chamados a cantar bem na Santa Eucaristia. Mas nossa postura precisa ser sóbria, porque o momento (mesmo nas missas semanais) é solene. Deixe os gestos para sua pastoral, grupo, show ou movimento. Você ganha, a assembleia ganha, a missa ganha e com certeza Jesus agradece.


Pax Domini

Espero que tenha ficado mais claro o motivo da Igreja defender a Missa Silenciosa. Ela simplesmente sabe que é isso que agrada mais ao Senhor. Pois não vamos na missa para nos sentir bem, mas estamos a serviço de um Outro (Jesus).

Conclusão: Missa é missa, show é show, pastoral é pastoral, movimento é movimento, grupo de oração é grupo de oração.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

A Santa Missa explicada

FORMAÇÃO GERAL PARO PEDRO A AGENTES DE PASTORAL:

O ATO DE CELEBRAR


2 FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

NOVAS MUDANÇAS NA MISSA?

FREI ALBERTO BECKHÄUSER, OFM


3 FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

4 FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

5 FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

6 FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

ANO A: São Mateus

ANO B: São Marcos

ANO C: São Lucas

O Evangelho de São João é intercalado nos momentos fortes dos três anos.


7 RITO DA MISSA RITOS INICIAIS LITURGIA DA PALAVRA LITURGIA EUCARÍSTICA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

RITO DA MISSA

RITOS INICIAIS

LITURGIA DA PALAVRA

LITURGIA EUCARÍSTICA

RITOS FINAIS


8 PREPARAÇÃO DO AMBIENTE E ACOLHIDA DO POVO

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

RITO DA MISSA

PREPARAÇÃO DO AMBIENTE E ACOLHIDA DO POVO

Ambiente limpo , com luz e ventilação adequada;

Cadeiras ou bancos bem distribuídos nos espaços;

3. A cadeira de quem preside deveria ficar ao lado do altar e não atrás;

4. No presbitério é lugar para quem vai presidir a celebração e para os co-celebrantes;

5. Comentarista, coroinhas, acólitos, leitores, ministros devem se sentar em assentos laterais;

6. Ventilação para quem preside com cuidado para não ser forte demais com o risco de apagar a vela;


9 PREPARAÇÃO DO AMBIENTE E ACOLHIDA DO POVO

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA

PREPARAÇÃO DO AMBIENTE E ACOLHIDA DO POVO

7. Quem acolhe na entrada, deve fazê-lo com um sorriso, aperto de mão ou cumprimento com os olhos e com breve aceno de cabeça;

8. Pelo menos uma pessoa (dos que estão na escala do dia) deveria ficar na porta da Igreja/Centro até o final da segunda leitura para acolher quem pode chegar atrasado e que vai precisar se posicionar para encontrar um lugar para sentar-se (especial idosos, mulheres com crianças de roda, pessoas em cadeiras de roda...);

9. O Grupo de Animação do canto não deve ficar ensaiando os cantos: respeite-se o silêncio para quem chega mais cedo para rezar;

10. Sugere-se música ambiente religiosa de fundo;

11. Antes de iniciar a Celebração pode-se cantar um mantra ou canto suave;


10 MISSA FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

ALTAR DA EUCARISTIA (= o altar é o próprio Cristo)

1. Toalhas de cor branca. No máximo pequenos detalhes (adornos) do tempo litúrgico para identificar. A toalha não deve cobrir o altar;

2. Deve se evitar de por sobre o altar: castiçais com velas, vasos de flores, crucifixo, Bíblia ou outros objetos. As velas nos castiçais vem ao lado do altar (fora dele). Velas com boa chama. Caso não haja essa possibilidade de velas ao lado do altar, por sobre ele (mas tem que ser duas velas - na parte da frente/pontas do altar). O Evangeliário pode se colocar sobre o altar;

3. Evite-se de iniciar a Missa do altar: veja estante à parte para o celebrante e somente a partir da preparação das oferendas, passa-se para o altar;

4. Ao término da Celebração (quando encerrado as funções litúrgicas /ao fechar a Igreja, deve-se por uma coberta sobre o altar de tecido um pouco mais grosso para protegê-lo);


11 MISSA OU CELEBRAÇÃO DA PALAVRA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA OU CELEBRAÇÃO DA PALAVRA

ALTAR DA EUCARISTIA (= o altar é o próprio Cristo)

5. Na semana quando não há funções litúrgicas não se deve usar o altar para outras finalidades;

6. Não se deve afixar qualquer coisa no altar;

7. Evite-se: Microfone sobre o altar; óculos de quem preside; demais papéis, revistas, etc.

8. Próximo ao altar ainda se dispõem: CRUZ PROCESSIONAL ; CÍRIO PASCAL. 8.1 – a cruz processional deve ficar em lugar de destaque na sacristia e seguir para a procissão de entrada. Ao término da missa, volta à sacristia.


12 MISSA OU CELEBRAÇÃO DA PALAVRA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA OU CELEBRAÇÃO DA PALAVRA

ALTAR DA PALAVRA (AMBÃO)

Deve ser constituído do mesmo material do altar da eucaristia;

Não se deve cobrir o ambão com outra toalha;

Deve estar localizado do lado XXXX do altar;

Atento à altura desse altar: nem tão baixo e nem tão alto;

Não se deve utilizar o ambão para comentários ou para palestras. É exclusivo para a Palavra, não deve ser usado para acolher os novos moradores ou visitantes nem para os parabéns aos aniversariantes da semana;

também se podem proferir a homilia e as intenções da oração universal ou oração dos fiéis. 


18 FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: RITOS INICIAIS

COMENTÁRIOS DA CELEBRAÇÃO

Nem há necessidade. Na verdade quem o povo é o Presidente da Celebração;

Se houver o comentário: “Bom dia/boa noite a todos. Missa do 1º. Domingo do Advento (situar o tempo litúrgico): ´comentário brevíssimo”. Comentário claro, boa dicção, português correto, bom uso do microfone e olhar geral para o povo;

Pode-se por as intenções na seguinte ordem: sufrágios, ação de graças e súplicas (certo cuidado sobre isso);

Em pé acolhamos a Procissão de entrada;

O comentário deve ser feito de outra estante (e nem precisa dessa) e nunca do ambão;

Cuidado! Evitar:

“Vamos acolhermos a Procissão de Entrada”

“Ficamos todos de pé para aclamarmos o Santo Evangelho”

“Meus irmãos eu vos acolho”

“Bom dia! Eu não ouvi! Mais forte! Vocês não tomaram café?

Não deve dizer: “Vamos acolher o nosso celebrante”/ mas “Vamos receber o Presidente da Celebração e o corpo celebrativo” na procissão de entrada.

Lembremos que quem acolhe é o Presidente da Celebração.


19 8. O comentarista deve ajudar nas respostas do povo durante a missa;

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: RITOS INICIAIS

COMENTÁRIOS DA CELEBRAÇÃO

6. Ao concluir o comentário o comentarista vai se sentar nos bancos laterais e nunca no presbitério;

7. Não deve haver comentário para as leituras e evangelho: quem faz isso é próprio leitor;

8. O comentarista deve ajudar nas respostas do povo durante a missa;

9. O comentarista não diz mais: “Em pé, aclamemos o Santo Evangelho” - O próprio grupo de animação do canto ao iniciar o canto (e junto com o presidente da celebração, ministros, leitores, etc) anunciam pela sua postura que é hora de ficar de pé;


20 a) o turiferário com o turíbulo aceso, quando se usa incenso;

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: RITOS INICIAIS

PROCISSÃO DE ENTRADA

 "Reunido o povo, o sacerdote e os ministros, revestidos das vestes sagradas, dirigem ao altar na seguinte ordem:

            a) o turiferário com o turíbulo aceso, quando se usa incenso;

            b) os ministros que portam as velas acesas e, entre eles, o acólito ou outro ministro com a cruz;

            c) os acólitos e os outros ministros;

            d) o leitor, que pode conduzir um pouco elevado o Evangeliário, não, porém, o Lecionário;

            e) o sacerdote que vai celebrar a Missa.

Todos fazem reverência na frente do altar

Somente o padre (o bispo) e o diácono beijam o altar;

Ministros se vão passar na frente do Sacrário antes de se sentar devem fazer genuflexão.


21 A finalidade deste canto é dar início à Celebração Litúrgica;

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MISSA: RITOS INICIAIS

CANTO INICIAL

A finalidade deste canto é dar início à Celebração Litúrgica;

Veja se o canto é apropriado e se é canto inicial para missa;

Canto alegre ou solene; Expressar um convite para a celebraçao; Falar de temas, motivo da celebração: no Tempo Pascal fala da ressurreição, no Advento fala da expectativa da vinda do Salvador, no Tempo do Natal fala da encarnação e do nascimento de Cristo, na Quaresma fala sobre penitência e conversão;

Não ficar prolongando demais o canto, exceto quando se usa incenso.

Atento à condição do Presidente da Celebração.


22 Iniciar sempre: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: RITOS INICIAIS

ACOLHIDA DO PRESIDENTE DA CELEBRAÇÃO

Iniciar sempre: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém

A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo....

Bom dia/boa tarde/noite a todos. (outras expressões de acolhida com espontaneidade);

Essa primeira parte da Missa deve ser rezada em uma estante na frente da cadeira do padre (cátedra) e não do altar. Só se vai para o altar a partir da Preparação das Oferendas.


23 Breve momento de silêncio

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MISSA: RITOS INICIAIS

ATO PENITENCIAL

Introdução do Padre

Breve momento de silêncio

(Há diversas fórmulas no missa) – também o Ato de Contrição, mais usado nos dias de semana;

Na fórmula não pode faltar:

Senhor, tende piedade de nós

Cristo, tende piedade de nós

5. Conclusão: Deus todo-poderoso....

* Kyrie Eleison não é ato penitencial

* Não se devem colocar cantos ritmados e eufóricos que manifestem excesso de alegria neste momento, por causa da própria espiritualidade do rito que é penitencial e instrospectivo.


24 Rezado ou cantado (exceto no Advento ou Quaresma);

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: RITOS INICIAIS

HINO DE LOUVOR

Rezado ou cantado (exceto no Advento ou Quaresma e em celebrações da Esperança, como missas de sétimo dia, trigésimo dia, um ano de falecimento, missa de corpo presente ou Dia de Finados);

Nada de Glória abreviado;

Cantar a Oração/Hino de Louvor (texto integral);

Não incluir outros cantos de louvor/glória que sejam antilitúrgicos e inapropriados.

Pode se bater palmas, levantar as mãos;

ORAÇÃO COLETA (OREMOS)

(momento de breve silêncio)

Não incluir antes desse momento as intenções de missa


25 MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

Não precisa mais realizar comentário antes.

O comentarista não deve anunciar a leitura e nem dizer o nome de quem vai ler (proclamar);

PRIMEIRA LEITURA

Fazer reverência ao Altar da Palavra e à Palavra (e não ao altar da Eucaristia). Isso se faz antes de proclamar e ao término. Cuidado para não se adiantar demais antes do término do Salmo Responsorial.

Não é preciso pedir permissão padre para proclamar a Palavra (somente o Diácono pede ao padre, e esse pede ao Bispo);

Não é preciso dizer “1ª Leitura”;

Iniciar: Leitura do Livro xxx (ou da 1ª Carta de S. Paulos aos xxxx). PROCLAMAÇÃO SEMPRE DO LECIONÁRIO ( e não de folhetos)/ mínimo do Livreto da Liturgia Diária.

Não precisa dizer o capítulo e os versículos da leitura;

Observar veste litúrgica adequada (ou roupa adequada);

Ler e reler a leitura; meditá-la; procurar compreendê-la e rezá-la antes de proclamar ao povo;

Pergunta como se pronunciam algumas palavras em caso de dúvida;

Nas missas semanais: uma leitura. Nas dominicais: duas leituras.

Leitura com convicção: para mim, para os outros e pelos outros. Leitura abandonada e conduzida pelo texto. TREINAR BEM O TEXTO EM VOZ ALTA.


26 MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

SALMO RESPONSORIAL

Proclamar o Salmo sempre do Ambão;

Não é Salmo de Resposta. É Salmo Responsorial (não porque o povo responde, mas porque sua própria letra responde à primeira leitura que foi ouvida); ( Melodias simples e não lengo, lengo iiiii ou uuuuuuuu apropriado)

Fazer o possível para cantá-lo (pelo menos o refrão);

Não se pode omitir o Salmo;

Não se pode trocar o Salmo por um Canto de Meditação, mas pode-se adaptar o Salmo;

Não é preciso dizer Todos após cada refrão proclamado nem dizer Salmo Responsorial;

Quem proclamou a primeira leitura não deve cantar o Salmo (alternem-se bem as funções de quem serve);

SEGUNDA LEITURA;:

Ver as mesmas orientações que foram feitas à Primeira Leitura.

ATENÇÃO: Duas pessoas não devem realizar uma mesma leitura (no mesmo texto);

* Não se deve dizer: PALAVRAS DO SENHOR, MAS PALAVRA DO SENHOR! A palavra de Deus é única, e não dupla nem tripla, como a matemática.


27 MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

CANTO DE ACLAMAÇÃO

Não pedir para a Assembleia se levantar antes do canto de aclamação. Se houver sequência antes da aclamação, todos permanecem sentados (como na Páscoa, em Pentecostes e em Corpus Christi);

O Canto de Aclamação tem que ser sempre aleluiático (exceto na Quaresma, devido ao forte tempo de reflexão, no qual é substituído por um versículo proposto no Lecionário);

A Assembleia se levanta quando começa o canto e não precisa de comentário para isso;

Pode se bater palmas;

EVANGELHO:

Proclamado e não encenado;

Cantado só se for realmente preciso em momentos solenes (apesar de ser um gênero literário escrito para ser proclamado e não cantado);

Não se deve bater palma após a Proclamação do Evangelho;

Não deve ser proclamado de forma dialogada, com papéis a desempenhar, exceto na proclamação da Paixão do Senhor: no Domingo de Ramos e na Sexta-feira Santa.


28 MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

HOMILIA (não se diz mais SERMÃO)

Somente é o ministro ordenado que a faz (diácono, padre e bispo);

Os leigos fazem uma reflexão da Palavra;

Usar bom senso no tempo (ideal máximo de 15 min.)

Preparar-se bem antes de pregar

Conversar com o povo sendo fiel aos textos bíblicos atualizando-o com os fatos da vida;

Homilia (=conversa familiar e espontânea)

EVANGELHO:

Proclamado e não encenado;

Cantado só se for realmente preciso em momentos solenes (apesar de ser um gênero literário escrito para ser proclamado e não cantado);


29 Observação: leituras/encenação

Leituras dialogadas ou "encenadas". - Fica praticamente excluída a proclamação da Palavra de Deus em forma dialogada ou como que encenada. "Não convém de modo algum que várias pessoas dividam entre si um único elemento da celebração, por exemplo, a mesma leitura feita por dois, um após o outro, a não ser se trate da Paixão do Senhor" (n. 109). Foi justamente a partir do modo de se proclamar a Paixão do Senhor com papéis diferentes como o cronista, Jesus e intervenção de outras pessoas e do povo, que se introduziu o costume de proclamar de modo mais vivo como que encenando certos Evangelhos bem como outras leituras, onde aparece sobretudo o diálogo, permanecendo ao sacerdote a função de Jesus Cristo. Este hábito é agora de todo desaconselhado.


30 MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA DA PALAVRA

PROFISSÃO DE FÉ

Nos domingos, Festas e Solenidades;

Lembremos que o Creio não é uma simples oração. É uma profissão de fé.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Deve ser proferida do Ambão e não da estante do comentarista;

Preferencialmente devem ser preparadas e levar em conta do contexto da comunidade;


31 MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Se houver procissão das ofertas, os símbolos usados devem estar de acordo com o Tema Central da Celebração e devem simbolizar a realidade da comunidade;

Não trazer o cálice e os panos na procissão das ofertas (pois este está vazio). Trazer o Pão, o Vinho, o dinheiro e outros dons se houver;

O canto deve acompanhar a procissão, como também a procissão das ofertas. Não precisa necessariamente falar de pão e vinho, pode falar do tema da liturgia ou do oferecimento da própria vida a Cristo;

O canto encerra quando acaba a apresentação dos dons, portanto não deve ficar prolongando desnecessariamente. Atento, contudo, ao tempo da coleta.


32 MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

5. Coroinhas: quando os dons (pão e vinho) estiverem sobre a credência, procurar entregá-los nas mãos do padre. Sobre o cálice NÃO deve ir a chave do sacrário (essa deve permanecer na credência). Não colocar âmbulas vazias sobre o altar antes de serem solicitadas;

6. Temos outros quatro cálices (dos ministros leigos): estes não devem mais estar na sacristia, mas na credência. Dar um jeito de arrumar tudo na credência.Os coroinhas entregam os mesmos nas mãos do padre.

7. Os ministros extraordinários da comunhão eucarística não precisam lavar as mãos, somente o padre. Fazer higiene com álcool gel antes da missa (na sacristia).


33 MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

* PREFÁCIO: responder as aclamações iniciais de mãos juntas, sem fazer gestos teatrais nas respostas 'Ele está no meio de nós' e 'O nosso coração está em Deus', e sem fazer vênia no 'Demos graças ao Senhor, nosso Deus'

* SANTO (de preferência cantado...acertar antes com o padre). Veja canto litúrgico e não tão longo. Deve expressar a santidade, a majestade e a imanência de Deus. A repetição, 3 vezes Santo, significa o máximo de santidade, Santíssimo.

MOMENTO DA CONSAGRAÇÃO: de pé ou de joelhos, nunca sentado, exceto em caso de doença, lugar estreito ou pouco espaço (inicia quando o padre traça o sinal da cruz sobre os dons (epiclese) (“Na verdade, ó Pai, vós sois santo + santificai, pois, estas oferendas....”)

Cabeça erguida olhando para o altar/para os gestos, com as mãos postas, sem inclinação.

MEMORIAL (ANAMNESE) (Eis o Mistério da Fé): de pé não tem mais necessidade de ficar ajoelhado, porque se trata da presença real de Cristo, o pão e o vinho já foram consagrados e Cristo está pronto para ser ofertado. Pode ser cantado (preferencialmente);

DOXOLOGIA: Por Cristo, com Cristo… (Deve ser rezado ou cantado unicamente pelo padre, apesar de em muitas paróquias o padre rezar junto com o padre. O povo mantém-se em silêncio e depois confirma com o AMÉM (preferencialmente cantado);


34 MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

PAI NOSSO: não necessariamente precisamos dar as mãos (depende do costume do lugar). Ao término do Pai Nosso não se deve dizer Amém. Nunca rezar Ave Maria depois do Pai Nosso durante a Missa (nem em outro momento dentro da missa). Ave Maria pode ser rezada (facultativamente) após a Oração Pós-comunhão, não antes.

ORAÇÃO DA PAZ: Esta é uma oração presidencial, quer dizer, somente o padre é quem a reza. A Assembleia deve ficar em silêncio, acolher a oração do padre e responder com muita convicção o Amém.

ABRAÇO DA PAZ pode ser realizado

Nos ritos de entrada da missa como saudação fraterna;

No Ato Penitencial – em sinal de reconciliação;

Após a Homilia ou antes da apresentação das oferendas (como perdão das ofensas);

preferencialmente no fim da missa – como expressão de desejo de paz e gesto de despedida;

pode ainda ser omitido se preferir

*** ATENÇÃO! Muito oba, oba e movimento tiram o ritmo para o início da oração Cordeiro de Deus.


35 MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

CORDEIRO DE DEUS (Agnus Dei)

Deve ser preferencialmente cantada (não é o padre que inicia). Caso não se cante, uma pessoa da animação do canto deve iniciar com voz firme;

FRAÇÃO DO PÃO: vem logo depois do sinal da paz.

FELIZES OS CONVIDADOS PARA CEIA DO SENHOR....

CANTO DE COMUNHÃO: veja cantos apropriados. Cantos mais melodiosos (volume do som mais baixo) que acompanhem quem está caminhando (pois há procissão nesse momento);

* Quando estiver quase concluindo a fila da procissão para a comunhão, manter somente os instrumentos até finalizar o canto e manter o SILÊNCIO EUCARÍSTICO. Não existe CANTO DE AÇÃO DE GRAÇAS após a comunhão. Toda a Missa já é Ação de Graças. É um pleonasmo, como subir para cima, descer para baixo ou hemorragia de sangue. Todos se recolhem em seu silêncio oracional (incluem os membros do grupo da Liturgia). O Missal propõe um canto de louvor, salmo ou hino. É inadequado um canto de adoração para que não se confunda com uma adoração ao Santíssimo Sacramento;


36 MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

FORMAÇÃO GERAL PARA AGENTES DE PASTORAL: O ATO DE CELEBRAR

MISSA: LITURGIA EUCARÍSTICA

PURIFICAÇÃO DOS OBJETOS SAGRADOS: deve ser realizada sobre o altar (preferencialmente) ou na credência. Só quem deve realizá-lo é o padre (ou diácono) e não os ministros leigos. Também o vinho consagrado que sobrou após a distribuição da comunhão deve ser consumido pelo padre ou diácono.

ORAÇÃO PÓS-COMUNHÃO

* AVISO

* Não deve ser dado antes da Oração Pós-Comunhão

* Deve ser breve, claro e objetivo, divulgando os eventos religiosos do mês ou algo de interesse à comunidade

* Dado apenas por uma pessoa

* Organizá-los por escrito

SLIDES/DATASHOW

BÊNÇÃO: todos inclinam a cabeça. A despedida deve ser feita pelo Diácono.


37 ACLAMAÇÕES QUE DEVEM SER CANTADAS NA MISSA

ALELUIA SANTO ACLAMAÇÃO MEMORIAL (Eis o Mistério da Fé) DOXOLOGIA: (o grande Amém!)


38 Entronização da Bíblia

Entronização da Bíblia é um rito herdado desde o Papa João XXIII na década de É um costume no Brasil realizá-lo no mês de Setembro ou em momentos fortes da comunidade ou quando se quer destacar a Palavra de Deus. Tal rito e gesto é facultativo nas celebrações. Entretanto, se deve dar o devido respeito à Bíblia, evitando cantos e coreografias inadequadas. Para tal gesto é necessária a vela acesa, ao menos duas, como sinal da iluminação que a palavra nos revela, luz para os nossos passos, vindo sempre a frente. 


39 Dicas para Grupo de Cantos

Escolher os cantos e ensaiar tudo com antecipação. Evitar de ensaiar cantos na hora da missa, assim como conversar, checar mensagem no celular, caçar pokemon, ir ao banheiro e afinar instrumentos; Controlar adequadamente o volume dos microfones Fazer todo o povo cantar e não cantar para o povo: cantar com o povo. Vocês são animadores do canto. Não mudar muito os cantos. Valorizar a expressão Corporal. Usar os instrumentos para sustentar a voz e não substituí-la. Escolher as músicas de acordo com os momentos da liturgia e do tempo. Usar também músicas com a cultura local


40 Em Esclarecimentos fornecidos mediante diferentes consultas, fornecidos por oficiais da Congregação para o Culto Divino, a 28 de julho de 2000, parece que se quer acentuar aqui o momento da fração do pão: "A fração do Pão Eucarístico é tarefa do sacerdote e do diácono. Os ministros leigos da Eucaristia não se aproximam do altar senão depois da comunhão do sacerdote, e sempre recebem a âmbula das mãos do sacerdote". Parece, pois, que os ministros leigos não são impedidos de buscar, se necessário, algum cibório no tabernáculo após a saudação da paz, para que ao se apresentar o Sacramento aos fiéis, já esteja sobre o altar. Neste caso, os ministros depositam o cibório sobre o altar e se retiram ou pouco para o seu lugar. Este item certamente constitui um alerta a se evitar o mau costume de se dar a Comunhão quase que somente de hóstias já consagradas em missas anteriores. Quando se distribui a Comunhão com hóstias consagradas na mesma missa, como é sumamente recomendado, é claro que não há necessidade de os ministros se aproximarem antes de o sacerdote ter comungado. Gestos e posições do corpo. - Neste ponto temos algo de estranho. Por um lado se insiste que os gestos e posições do corpo devem expressar claramente o sentido de cada parte da missa. "Os gestos e posições do corpo tanto do sacerdote, do diácono e dos ministros, como do povo devem contribuir para que toda a celebração resplandeça pelo decoro e nobre simplicidade, se compreenda a verdadeira e plena significação de suas diversas partes e se favoreça a participação de todos. Deve-se, pois, atender às diretrizes do direito litúrgico e da prática tradicional do Rito Romano e a tudo que possam contribuir para o bem comum espiritual do povo de Deus, de preferência ao próprio gosto ou arbítrio" (n. 42a).

41 Purificação dos vasos sagrados

Purificação dos vasos sagrados. "Os vasos sagrados são purificados pelo sacerdote ou pelo diácono ou pelo acólito instituído depois da Comunhão ou da Missa, na medida do possível junto à credência. A purificação do cálice é feita com água, ou com água e vinho, a serem consumidos por aquele que purifica o cálice. A patena seja limpa normalmente com o sanguinho. Cuide-se que a sobra do Sangue de Cristo que eventualmente sobrar após a distribuição da Comunhão seja tomado logo integralmente ao altar (n. 279). Aqui temos a notar duas coisas. A purificação dos vasos sagrados é de competência do sacerdote, do diácono e do acólito instituído. Excluem-se, portanto, os ministros extraordinários da Comunhão eucarística. O cuidado em consumir logo integralmente o Sangue de Cristo que eventualmente sobre após a distribuição da Comunhão, exceção feita, é claro, para o caso de se levar eventualmente a Sagrada Comunhão sob a espécie de vinho a algum enfermo


Oração pela Família - Final - Tempo de Natal (Pe. Zezinho)

Sugestão de canto final para o Tempo do Natal, especificamente para a festa da Sagrada Família (domingo da oitava do Natal).

1. Que nenhuma família comece em qualquer de repente;

que nenhuma família termine por falta de amor;

que o casal seja um para o outro de corpo e de mente;

e que nada no mundo separe um casal sonhador.

Que nenhuma família se abrigue debaixo da ponte;

que ninguém interfira no lar e na vida dos dois;

que ninguém os obrigue a viver sem nenhum horizonte;

que eles vivam do ontem, do hoje em função de um depois.


Que a família comece e termine sabendo onde vai;

e que o homem carregue nos ombros a graça de um pai.

Que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor;

e que os filhos conheçam a força que brota do amor!

Abençoa, Senhor, as famílias. Amém.

Abençoa, Senhor, a minha também.

Abençoa, Senhor, as famílias. Amém.

Abençoa, Senhor, a minha também.


2. Que marido e mulher tenham força de amar sem medida;

que ninguém vá dormir sem pedir ou sem dar seu perdão;

que as crianças aprendam no colo, o sentido da vida;

que a família celebre a partilha do abraço e do pão.

Que marido e mulher não se traiam, nem traiam seus filhos;

que o ciúme não mate a certeza do amor entre os dois;

que no seu firmamento a estrela que tem maior brilho

seja a firme esperança de um céu aqui mesmo e depois.


Noite Feliz - Final - Tempo de Natal

Sugestão de canto final para o Tempo do Natal

1. Noite feliz! Noite feliz!

O Senhor, Deus de amor,

pobrezinho nasceu em Belém;

eis na lapa Jesus, nosso bem.

Dorme em paz, ó Jesus,

dorme em paz, ó Jesus.


2. Noite feliz! Noite feliz!

Ó Jesus, Deus da luz,

quão afável é teu coração,

que quiseste nascer nosso irmão, 

e a nós todos salvar, 

e a nós todos salvar.


3. Noite feliz! Noite feliz! 

Eis que no ar vêm cantar

aos pastores os anjos dos céus,

anunciando a chegada de Deus,

de Jesus Salvador,

de Jesus Salvador.


Deus nos Espera em Belém - Comunhão - Tempo de Natal

 Sugestão de canto de comunhão para o Tempo do Natal.

Deus nos espera em Belém, 

sabe da fome que temos.

Vamos a Casa do pão, 

lá nosso irmão nós veremos.


1. Toda bondade de Deus

desde o começo vigora.

Felizes todos os povos:

hoje conosco ele mora!


2. Foram Maria e José

os escolhidos da vida,

que viram felicidade

em se entregar sem medida.


3. Anjos cantaram por lá

cantos de plena alegria:

e quem se fez vigilante

viu que o Menino sorria.


4. Longe uma estrela brilhou

e nos chamou para perto.

E quem buscou a verdade

viu que há bem mais que deserto.


5. Justo e piedoso ancião

teve consolo em seu braços:

e quem a luz procurava

pôde seguir os seus passos.


6. Eis a nossa paz, nosso bem!

Que a humanidade se esmere

em ter olhar, gesto e passo

postos no Amor que a prefere.


Cristãos, Vinde Todos - Entrada ou Ofertas - Tempo de Natal

 Sugestão de canto de entrada ou preparação das ofertas para o Tempo do Natal.

1. Cristãos, vinde todos, com alegres cantos

oh! Vinde, oh! Vinde até Belém.

Vede nascido vosso Rei eterno.


Oh! Vinde adoremos! 

Oh! Vinde adoremos,

Oh! Vinde adoremos o salvador!


2. Humildes pastores deixam seu rebanho

e alegres acorrem ao rei do céu.

Nós igualmente, cheios de alegria.


3. O Deus invisível de eterna grandeza,

sob véus de humildade, podemos ver.

Deus pequenino, Deus envolto em faixas!


4. Nasceu em pobreza, repousando em palhas,

O nosso afeto lhe vamos dar. 

Tanto amou-nos! Quem não há de amá-lo?


5. A estrela do Oriente conduziu os Magos

e a este Mistério envolve em luz.

Tal caridade, também, seguiremos.

Tu és Pedro, Aleluia - Entrada ou Final - São Pedro e São Paulo

Sugestão de canto de entrada ou final para a missa de São Pedro e São Paulo (29 de junho ou domingo ou seguinte).

Aleluia, aleluia! 

Tu és Pedro, aleluia! 

Aleluia, aleluia!

Tu és Pedro, aleluia!


1. És a rocha viva, Cristo te escolheu,

quando a Simão Pedro disse: "Eu te darei

do meu Reino as chaves, eis a minha Igreja,

sobre esta pedra edificarei!"


2. Cristo Salvador, a pedra angular,

que ampara tudo, pois é homem-Deus,

escolheu a Pedro pra sustentar

como rocha viva o edifício seu.


3. "Eis que estarei convosco ate o fim!

Do inferno as forças não triunfarão!"

Foi Jesus, um dia, que falou assim,

dando a sua Igreja perenização.

A Nossa Oferta Apresentamos - Preparação das Ofertas - Advento

 Sugestão de canto de ofertas para o tempo do Advento. 

A nossa oferta apresentamos no altar 

e te pedimos: vem, Senhor, nos libertar!


1. A chuva molhou a terra, 

o homem plantou um grão. 

A planta deu flor e frutos, 

do trigo se fez o pão.


2. O homem plantou videiras, 

cercou-as com seu carinho. 

Da vinha brotou a uva, 

da uva se fez o vinho.


3. Os frutos da nossa terra 

e as lutas dos filhos teus, 

serão, pela tua graça, 

pão vivo que vem dos céus.


4. Recebe, Pai, nossas vidas,

unidas ao pão e vinho,

e vem conduzir teu povo, 

guiando-o no teu caminho.

Daqui do Meu Lugar - Preparação das Ofertas - Quinta-feira Santa (Pe. Zezinho)

 Sugestão de canto de preparação das ofertas para Missa de Lava-pés (Quinta-feira Santa)

1. Daqui do meu lugar, eu olho teu altar, e fico a imaginar aquele pão, aquela refeição. Partiste aquele pão e o deste aos teus irmãos. Criaste a religião do pão do céu, do pão que vem do céu.


Refrão: Somos a Igreja do pão, do pão repartido e do abraço e da paz. (2x)


2. Daqui do meu lugar, eu olho o teu altar, e fico a imaginar aquela paz, aquela comunhão. Viveste aquela paz, e a deste aos teus irmãos. Criaste a religião do pão da paz, da paz que vem do céu.


Refrão: Somos a Igreja da paz, da paz partilhada e do abraço e do pão. (2x)

Maria da Assunção - Entrada ou Final - Assunção de Nossa Senhora (José Acácio Santana)

 Sugestão de canto de entrada ou final para a solenidade da Assunção de Nossa Senhora (3º domingo de agosto)

1. Maria, concebida sem culpa original,

trouxeste a luz da vida na noite de Natal.

Tu foste imaculada na tua conceição,

ó mãe predestinada da nova criação.


Maria da Assunção, escuta a nossa voz.

E pede proteção a cada um de nós. (Bis)


2. Maria, mãe querida, sinal do eterno amor,

no ventre deste a vida e corpo ao Salvador.

Ao céu foste elevada por anjos do Senhor.

Na glória coroada, coberta de esplendor.


3. Maria, mãe, rainha, protege com teu véu

o povo que caminha na direção do céu.

Tu foste a maravilha das obras do Senhor:

esposa, mãe e filha do mesmo Deus de amor.

Toda Bíblia é Comunicação - Entrada - Mês da Bíblia - Setembro (Pe. Zezinho)

 Sugestão de canto de entrada para o mês da Bíblia (Setembro).

Toda bíblia é comunicação

De um Deus amor, de um Deus irmão

É feliz quem crê na revelação

Quem tem Deus no coração


Jesus Cristo é a palavra

Pura imagem de Deus Pai

Ele é vida e verdade, a suprema caridade


Os profetas sempre mostram

A verdade do Senhor

Precisamos ser profetas

Para o mundo ser melhor


Toda bíblia é comunicação

De um Deus amor, de um Deus irmão

É feliz quem crê na revelação

Quem tem Deus no coração


Nossa fé se fundamenta na palavra dos apóstolos

João, Mateus, Marcos e Lucas 

Transmitiram essa fé


Vinde a nós, ó Santo Espírito

Vinde nos iluminar

A palavra que nos salva

Nós queremos conservar


Toda bíblia é comunicação

De um Deus amor, de um Deus irmão

É feliz quem crê na revelação

Quem tem Deus no coração

domingo, 8 de novembro de 2020

É o Dízimo, Senhor (Ofertório) - O Tom da Missa

 Canto de apresentação das oferendas para missa do dízimo

É o dízimo, Senhor, que nos mostra, com certeza

Gratidão ao Criador, compromisso na Igreja


Nada me falta em meu caminhar

O Senhor abençoa quem aprendeu a partilhar


É o dízimo, Senhor, que nos mostra, com certeza

Gratidão ao Criador, compromisso na Igreja


Nada me falta em meu caminhar

O Senhor abençoa quem aprendeu a partilhar


É o dízimo, Senhor, que nos mostra, com certeza

Gratidão ao Criador, compromisso na Igreja


Vem ser dizimista, na comunidade

Caminho seguro, de verdadeira fraternidade


Vem ser dizimista, na comunidade

Caminho seguro, de verdadeira fraternidade


É o dízimo, Senhor, que nos mostra, com certeza

Gratidão ao Criador, compromisso na Igreja

Queremos Oferecer (Ofertório) - O Tom da Missa

 O anseio de lançar as redes

Queremos oferecer

O medo das águas profundas

Queremos oferecer

O esforço de nossas labutas

Queremos oferecer

Os passos de nossas lutas

Queremos oferecer


No pão e o vinho, no pão e o vinho

Nossas vidas oferecer

Nas águas bem mais profundas

Transforma nosso viver


A barca que ficou na praia

Queremos oferecer

As redes jogadas no chão

Queremos oferecer

Os nossos vacilantes sim

Queremos oferecer

Mesmo que pareça em vão

Queremos oferecer


Os peixes que nós pescamos

Queremos oferecer

As redes da tua graça

Queremos oferecer

A força que nós lançamos

Queremos oferecer

Os frutos que alcançamos

Queremos oferecer


No pão e o vinho, no pão e o vinho

Nossas vidas oferecer

Nas águas bem mais profundas

Transforma nosso viver

Só em Ti Viver (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. As coisas que o mundo oferecia

Me impediam de Te encontrar

De ver que a vida e só em Ti

Mas, Tu vieste e tocaste

Bem no fundo do meu coração

Me ensinaste a Te amar!


Ó, Jesus, recebe então a minha vida

Recebe as coisas que de Ti me afastam

Pois só em Ti quero viver


2. Agora, que o meu coração é Teu

Quero sempre Te louvar

Tua vida transbordar

Para que mais gente experimente

Teu amor nos transformando

Tua mão a nos tocar

Diante do Altar (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. Os grãos que formam espigas se unem pra serem pão

Os homens que são Igreja se unem pela oblação.

  

Diante do altar, Senhor, entendo minha vocação 

Devo sacrificar a vida por meus irmãos


2. O grão caído na terra só vive se vai morrer

É dando que se recebe, morrendo se vai viver.

  

3. O vinho e o pão ofertamos, são nossas respostas de amor

Pedimos humildemente, aceita-nos, ó Senhor.

A Liberdade Haverá (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. As mesmas mãos que plantaram a semente aqui estão.

O mesmo pão que a mulher preparou aqui está.

O vinho novo que a uva sangrou jorrará

no nosso altar!


A liberdade haverá,

a igualdade haverá,

e nesta festa onde a gente é irmão,

o Deus da vida se faz comunhão! (Bis)


2. Na flor do altar brilha o sonho da paz mundial.

A luz acesa é fé que palpita hoje em nós.

Do livro aberto o amor se derrama total

no nosso altar!


3. Benditos sejam os frutos da terra de Deus,

benditos sejam o trabalho e a nossa união.

Bendito seja Jesus, que conosco estará

além do altar!

Bendito Seja Deus Pai (Ofertório) - Tempo Comum

 1. Bendito seja Deus Pai, do Universo Criador,

Pelo pão que nós recebemos,

Foi de graça e com amor!


O homem que trabalha faz a terra produzir,

O trabalho multiplica os dons que nós vamos repartir!


2. Bendito seja Deus Pai, do Universo Criador,

Pelo vinho que nós recebemos,

Foi de graça e com amor!


3. E nós participamos da construção do mundo novo,

Com Deus que, jamais, despreza

Nossa imensa pequenez!

Trabalhar o Pão (Ofertório) - O Tom da Missa

 Trabalhar o pão

Celebrar o pão

Oferecer e consagrar e comungar o pão


Fruto do suor e do trabalho

Sacrifício que Jesus pediu

Pão da liberdade e da justiça

Pão da vida, pão do céu

Te ofertamos porque tudo é teu


Fruto da esperança e da partilha

Santa missa que nos faz irmãos

Pão da liberdade e da justiça

Pão da vida, pão do céu

Pão bendito de libertação!

Mãos Abertas (Ofertório) - O Tom da Missa

 Nesta prece, senhor, venho te oferecer,

O crepitar da chama, a certeza de dar!

Eu te ofereço o sol que brilha forte,

Te ofereço a dor do meu irmão.

A fé na esperança, e o meu amor!

Eu te ofereço as mãos que estão abertas,

O cansaço do passo mantido,

Meu grito mais forte de louvor!

Eu te ofereço o que vi de belo,

No interior dos corações,

A coragem de me transformar!

Eu Te Ofereço o Meu Viver (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. Eu te ofereço o meu viver, 

o meu agir, meu pensamento. 

A minha força, minha fraqueza, 

eu fui chamado para a doação. 


Neste ofertório renovarei 

o meu desejo de servir. 

Mesmo sabendo que nada sou, 

eis-me, Senhor, aqui estou! 


2. Quem me seguir terá que sofrer, 

tomar a cruz e ser pregado. 

A cruz sem Ti, quem vai suportar? 

Porém contigo não é nada. 


3. Minha alegria é ser presença, 

é ser sinal de esperança. 

Farei da vida a oblação, 

que Tu fizeste ao Pai de todos nós. 

Os Dons que Trago Aqui (Ofertório) - O Tom da Missa

 Canto de apresentação das oferendas para Dia de Finados (2 de novembro) e missa de Todos os Santos (1º domingo de novembro).

1. Os dons que trago aqui,

São o que fiz, o que vivi.

O pão que ofertarei,

Pouco depois comungarei.

Assim, tudo o que é meu,

Sinto também que é de Deus.


Esforço, trabalhos e sonhos,

O amor concreto e feliz deste dia.

Por Cristo, com Cristo e em Cristo,

Tudo ofertamos ao Pai na alegria.


2. Jesus nos quis chamar,

Para o seguir e ajudar.

E aqui nos vai dizer,

Como servir o oferecer.

Deus põe nas minhas mãos,

para eu partir com meus irmãos.


Muitos Grãos de Trigo (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. Muitos grãos de trigo, se tornaram pão, 

hoje são Teu corpo, ceia e comunhão.

Muitos grãos de trigo, se tornaram pão.


Toma, Senhor, nossa vida em ação, 

para mudá-la em fruto e missão.

Toma, Senhor, nossa vida em ação, 

para mudá-la em missão.


2. Muitos cachos de uva, se tornaram vinho, 

hoje são teu sangue, força no caminho.

Muitos cachos de uva, se tornaram vinho.


3. Muitas são as vidas, feitas vocação, 

hoje oferecidas em consagração.

Muitas são as vidas, feitas vocação.


sábado, 7 de novembro de 2020

Teu Sou (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. Eu não sou nada e do pó nasci,

Mas Tu me amas e morrestes por mim

Diante da cruz só posso exclamar

Teu sou, Teu sou.


Toma minhas mãos te peço

Toma meus lábios, te amo

Toma minha vida, ó Pai Teu sou.


2. Quando de joelhos te olho, ó Jesus

Vejo tua grandeza e minha pequenez

Que posso dar-te eu? Só meu ser

Teu sou, teu sou.


Este Pranto em Minhas Mãos (Ofertório) - O Tom da Missa

Canto de apresentação das oferendas para missas que falam da parábola do Filho Pródigo 

1. Muito alegre eu te pedi o que era meu,

partir, um sonho tão normal.

Dissipei meus bens e o coração também,

no fim meu mundo era irreal.


[Confiei no Teu amor e voltei;

Sim, aqui é meu lugar.

Eu gastei Teus bens, oh Pai,

E te dou este pranto em minhas mãos.]


2. Mil amigos conheci, disseram adeus,

Caiu a solidão em mim.

Um patrão cruel levou-me a refletir:

Meu pai não trata um servo assim.


3. Nem deixaste-me falar da ingratidão,

Morreu no abraço o mal que eu fiz.

Festa, roupa nova, anel, sandália aos pés,

Voltei à vida, sou feliz.

Ofertas Singelas (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. Ofertas singelas, pão e vinho, sobre a mesa colocamos. Sinais do trabalho que fizemos e aqui depositamos.

Refrão: É teu também nosso coração. Aceita, Senhor a nossa oferta, que será depois, na certa, o teu próprio ser.

2. Recebe, Senhor da Natureza, todo fruto que colhemos. Recebe o louvor de nossas obras e o progresso que fizemos.

3. Sabemos que tudo tem valor depois que a terra visitaste. Embora tivéssemos pecado, foi bem mais o que pagaste.

(Repete refrão)

Em Teu Abraço (Ofertório) - O Tom da Missa

Sobre este altar vidas, frutos, dons

Corações a se ofertar.

Cantos, festa, anel, um Pai a esperar 

Todos vêm pra celebrar. (X2)

Excessivo amor que nos constrange e que nos faz

Tudo derramar sem calcular.

Tudo que nos deste por amor sempre será

Todo Teu, ó Senhor!

Pai, em Teu abraço nossa vida se refaz

Onde o pecador encontra a Paz

Tudo o que de graça recebemos vamos dar

Com o pão e o vinho neste altar

Engrandeces nosso nada! Engrandeces nosso nada!

Nossa Oferta de Amor (Ofertório) - O Tom da Missa

 Vidas que se ofertam neste altar

Para novas vidas gerar

Como o grão de trigo cai e morre para frutificar


Dons que se consagram neste altar

O Eterno vem o tempo tocar

Sacrifício de amor que sempre se renovará

Como no Altar da Cruz, o milagre da vida se fará


Hoje nossa pobreza se encontra no altar

Com a Tua grandeza, Senhor!

Nossa vida perdida no vinho e no pão

Eis a nossa oferta de amor!

Estar em Tuas Mãos (Ofertório) - O Tom da Missa

Canto de apresentação das oferendas para o Sábado de Aleluia (Vigília Pascal), Domingo de Páscoa e Tempo Pascal, Pentecostes, Ascensão do Senhor, Santíssima Trindade e Sagrado Coração de Jesus

Mão na terra e o coração além deste céu

E a semente que brota é um germe de eternidade

Vai brotando, crescendo, esperando

É a vida que vem despontar

E este trigo maduro, a colheita o recolherá


Estar em tuas mãos, ó Pai

E a vida ofertar

No pão e no vinho a Ti

E o céu se abrirá

Estar em tuas mãos, Senhor

E a vida entregar

A minha oblação em Ti

Se perderá, frutificará

Frutificará, frutificará, frutificará!


Da videira a flor não restará, passará

E o fruto da terra surgirá, brotará

Pela força do vento, da chuva

E do sol que traz vida e calor

Cada dia, crescendo e aprendendo a recomeçar

Sobe a Jerusalém (Ofertório) - O Tom da Missa

Canto de apresentação das oferendas para o 4º Domingo do Advento, missas e novena de Nossa Senhora, Sagrada Família (domingo da oitava do Natal) e Apresentação do Senhor (2 de fevereiro) 

Missas de Nossa Senhora - Maria, Mãe de Deus (1 de janeiro), Imaculada Conceição (8 de dezembro), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), Assunção de Nossa Senhora (3º domingo de agosto), Visitação de Nossa Senhora (31 de maio) e Anunciação do Senhor (25 de março ou segunda-feira na Oitava da Páscoa)

Sobe a Jerusalém, Virgem oferente sem igual

Vai, apresenta ao Pai, teu Menino: luz que chegou no Natal

E, junto à sua cruz, quando Deus morrer fica de pé

Sim, Ele te salvou, mas o ofereceste por nós com toda fé


Nós vamos renovar este sacrifício de Jesus

Morte e ressurreição, vida que brotou de sua oferta na cruz

Mãe, vem nos ensinar a fazer da vida uma oblação

Culto agradável a Deus é fazer a oferta do próprio coração

De Mãos Estendidas (Ofertório) - O Tom da Missa

 De mãos estendidas, ofertamos,

o que de graça recebemos. (Bis)


1. A natureza tão bela, 

que é louvor, que é serviço, 

o sol que ilumina as trevas, 

transformando-as em luz. 

O dia que nos traz o pão, 

e a noite que nos dá repouso.

Ofertemos ao Senhor,

o louvor da criação.



2. Nossa vida toda inteira 

ofertemos ao Senhor, 

como prova de amizade, 

como prova de amor.

Com o vinho e com o pão,

ofertemos ao Senhor 

nossa vida toda inteira, 

o louvor da criação.

Daqui do Meu Lugar (Ofertório) - O Tom da Missa

Canto de apresentação das oferendas para a missa de Lava-Pés (Quinta-feira Santa) 

1. Daqui do meu lugar, eu olho teu altar, e fico a imaginar aquele pão, aquela refeição. Partiste aquele pão e o deste aos teus irmãos. Criaste a religião do pão do céu, do pão que vem do céu.


Refrão: Somos a Igreja do pão, do pão repartido e do abraço e da paz. (2x)


2. Daqui do meu lugar, eu olho o teu altar, e fico a imaginar aquela paz, aquela comunhão. Viveste aquela paz, e a deste aos teus irmãos. Criaste a religião do pão da paz, da paz que vem do céu.


Refrão: Somos a Igreja da paz, da paz partilhada e do abraço e do pão. (2x)


Venho Senhor Minha Vida Oferecer (Ofertório) - O Tom da Missa

 Venho, Senhor, minha vida oferecer

Como oferta de amor e sacrifício

Quero minha vida a Ti entregar

Como oferta viva em Teu altar


Venho, Senhor, minha vida oferecer

Como oferta de amor e sacrifício

Quero minha vida a Ti entregar

Como oferta viva em Teu altar


Pois pra te adorar foi que eu nasci

Cumpre em mim o Teu querer

Faça o que está em Teu coração

E que a cada dia eu queira mais e mais

Estar ao Teu lado, Senhor

Pão e Vinho (Ofertório) - O Tom da Missa

 Pão e vinho te apresentamos nesse altar

Como sinal que tu recolhes nossa oferta

Tudo o que somos deixamos aqui. (2x)


É um milagre que se dá

O pão e o vinho em corpo e sangue,

Vão se transformar

Não há limites para o amor

Vem transformar também minha vida

Ó senhor, é teu esse milagre de amor.

Minha Vida Tem Sentido (Ofertório) - O Tom da Missa

 Minha vida tem sentido, cada vez que eu venho aqui,

E te faço o meu pedido de não me esquecer de ti.


Meu amor é como este pão, que era trigo,

Que alguém plantou depois colheu.

E depois, tornou-se salvação

E deu mais vida e alimentou o povo meu.


Eu te ofereço este pão,

Eu te ofereço meu amor.

Eu te ofereço este pão,

Eu te ofereço meu amor.


Minha vida tem sentido, cada vez que eu venho aqui,

E te faço o meu pedido de não me esquecer de ti.


Meu amor é como este vinho, que era fruto,

Que alguém plantou, depois colheu.

E depois encheu-se de carinho,

E deu mais vida, e saciou o povo meu.


Eu te ofereço vinho e pão,

Eu te ofereço meu amor.

Eu te ofereço vinho e pão,

Eu te ofereço meu amor.

Um Coração Para Amar (Ofertório) - O Tom da Missa

 Canto de apresentação das oferendas para o mês vocacional e mês missionário

1. Um coração para amar, pra perdoar e sentir

Para chorar e sorrir, ao me criar tu me destes

Um coração pra sonhar, inquieto e sempre a bater

Ansioso por entender as coisas que tu disseste


Eis o que eu venho te dar

Eis o que eu ponho no altar

Toma, Senhor, que ele é teu

Meu coração não é meu (2x)


2. Quero que o meu coração seja tão cheio de paz

Que não se sinta capaz de sentir ódio ou rancor

Quero que a minha oração possa me amadurecer

Leve-me a compreender as consequências do amor


A Ti, Meu Deus (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. A ti meu deus

Elevo meu coração

Elevo as minhas mãos 

Meu olhar, minha voz

A ti meu Deus eu quero oferecer

Meus passos e meu viver

Meu caminhos, meu sofrer


A tua ternura Senhor vem me abraçar

E a tua bondade infinita me perdoar

Vou ser o teu seguidor e te dar o meu coração

Eu quero sentir o calor de tuas mãos


2. A ti meu Deus

Que és bom e que tens amor

Ao pobre, ao sofredor

Vos servir, esperar

Em ti Senhor

Humildes se alegrarão

Cantando a nossa canção

De esperança e de paz

Meu Coração é Para Ti (Ofertório) - O Tom da Missa

 1. Meu coração é para Ti, Senhor

Meu coração é para Ti, Senhor

Meu coração é para Ti, Senhor

Meu coração é para Ti


Porque Tu me deste a vida

Porque Tu me deste o existir

Porque Tu me deste o carinho

Me deste o amor (2x)


2. A minha vida é para Ti, Senhor

O meu trabalho é para Ti, Senhor

A minha casa é para Ti, Senhor

A minha vida é para Ti


3. Pão e vinho são para Ti, Senhor

Pão e vinho são para Ti, Senhor

Pão e vinho são para Ti, Senhor

Pão e vinho são para Ti, Senhor