Fazer o sinal da Cruz:
– com água benta ao entrar na igreja.
– junto com o sacerdote no começo da Missa.
– quando o sacerdote diz “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”
– quando o padre aspergir água em sua direção (se houver rito de aspersão).
– com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração quando o ministro anuncia o evangelho
– na conclusão do Credo
– após ter receber a Comunhão
– durante a bênção final, quando o sacerdote invoca a Trindade.
– com água benta ao sair da igreja
Unir as mãos:
– no Pai Nosso
Bater no Peito:
– no “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.
– às palavras “Tende piedade de nós” no Agnus Dei
– ao dizer: “Domine, non sum dignus… (“Senhor, eu não sou digno…”).
Fazer genuflexão:
– antes de se dirigir ao banco.
– ao sair do banco para deixar a Igreja
Fazer inclinação de cabeça:
– quando o crucifixo na procissão de entrada passa (caso tenha Bispo, quando ele passar)
– quando o sacerdote diz “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”
– ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.
– a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai…”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)
– ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo no Ofertório.
– ao Dizer o nome da Virgem Maria
– No momento da Consagração de cada espécie
– no Pai Nosso
– ao dizer “Senhor eu não sou digno…”
– quando o crucifixo passar na procissão de saída (caso tenha Bispo, quando ele passar)
Fazer inclinação profunda:
– ao altar quando entrar na Igreja, quando não há sacrário ou é invisível
– quando o sacerdote faz genuflexão após a consagração de cada espécie
Ficar de Pé:
– para a procissão de entrada
– para os ritos iniciais
– para o evangelho
– para o credo
– quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs…” na liturgia eucarística até o final do “Santo, Santo, santo”
– No Pai Nosso
– nos ritos finais
– na procissão de saída
Ficar Sentado:
– na leitura das escrituras
– na homilia
– no ofertório
– após a oração depois da comunhão
Ficar de Joelhos (exceto em caso de doença, lugar estreito, pouco espaço devido à grande quantidade de pessoas ou qualquer causa justa e razoável que o impeça):
– ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.
– no natal e na anunciação durante o Incarnatus no Credo
– depois do Santo, Santo, Santo ficando de joelhos durante toda oração eucarística (a partir de 1969, a partir da invocação do Espírito Santo sobre as oferendas até depois do Eis o mistério da fé)
– ao fim do Agnus Dei
– para receber a comunhão
– antes de sentar depois de receber a comunhão para oração privada
– quando o sacrário é aberto
– depois da missa para oração privada
Ritos Iniciais
Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.
Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)
Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.
Ficar de pé para a procissão de entrada.
Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)
Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.
Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.
Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós…”
Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.
Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção.
Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai…”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)
Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito…”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo…”)
Liturgia da Palavra
Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.
Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.
Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.
Sentar-se para a homilia.
Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.
Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.”
Liturgia Eucarística
Sentar-se durante o ofertório.
Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs…” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício…”
Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.
Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo…”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.
No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).
Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.
Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.
Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)
Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.
Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus…”).
Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus… (“Senhor, eu não sou digno…”).
Recepção da Comunhão
Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.
Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.
Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.
Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).
Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.
Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.
Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.
Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.
Ritos Finais
Ficar de pé para os ritos finais.
Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.
Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)
Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.
Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.
Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.
Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura.
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