sábado, 19 de agosto de 2023

Visita ou vizita?

 A forma correta de escrita da palavra é visita. A grafia vizita está incorreta e não deve ser utilizada na da língua portuguesa.
Visita

O vocábulo visita é um substantivo feminino que designa o ato de ir a algum lugar para estar com alguém ou para ver ou apreciar algo. Sendo assim, também designa a pessoa que visita outra, sendo sinônimo de visitante, a ida de um médico à casa do paciente, bem como o comparecimento de um profissional para examinar o defeito de uma máquina ou equipamento e dar orçamento do conserto. Também é usada como sinônimo de menstruação e um tipo de inseto, também chamado de toca-viola ou serra-pau. 

É formada por derivação regressiva do verbo visitar.

A palavra visita corresponde também ao verbo visitar quando conjugado na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo.
Exemplos com visita

    Vou à São Paulo para uma visita ao MASP. (substantivo)
    Minhas visitas chegaram, irei recebê-las. (substantivo)
    Ele visita a avó todos os domingos. (verbo)

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Gravação à Distância

No ambiente SKY HDTV, você pode acessar esse espaço high definition através do site. Esqueceu de gravar algum programa? Use o recurso Gravação à Distância. Com ele, você pode agendar gravações de onde você estiver, através da internet. Acesse o site da Sky, clique em Programação. 

Na tela, vai aparecer a programação de todos os canais. Com seu mouse, clique nas setas de navegação, navegue pelos canais e escolha o que quer assistir. Clique duas vezes no programa, vai aparecer uma mensagem solicitando seu usuário e sua senha, digite e clique em Confirmar. Escolha o número da sua assinatura e clique em Continuar. Por questão de segurança, o sistema vai pedir que você informe novamente sua senha.

Na sequência, clique no ícone REC. Você vai ver na tela a mensagem 'Solicitação enviada pelo sucesso', isso significa que a gravação do seu programa vai ser realizada.

Você pode usar também o recurso de gravação em série, também disponível no site. Não perca nenhum episódio de sua série preferida.

Para checar quais gravações foram agendadas, use o histórico de gravação. Nessa tela, você consulta todas as gravações.

Há ainda uma área de perguntas frequentes para te ajudar em caso de dúvida.

Adib Antenas - Sky HDTV 5

Meu Guia de Programação e Mini Guia

Com o receptor SKY HDTV você tem várias formas de descobrir o que quer assistir na sua TV.

Pressione a tecla EPG para acessar o guia de programação. Use as setas superior e inferior para escolher o canal, e as setas laterais para checar os horários.

Você ainda pode pressionar a tecla de mudança de canal para pesquisar a programação de forma mais rápida. Cada vez que essa tecla é pressionada, você adianta uma página na sua pesquisa. Quer assistir o programa que está no ar, pressione a tecla CONFIRMA. E para gravar qualquer um dos programas, pressione a tecla REC.

Se você quiser consultar a programação sem sair do canal que está assistindo, é muito fácil. Pressione a tecla azul e acesse o mini guia. Com esse recurso, você pode pesquisar os canais com as setas ou pelo teclado numérico, e pesquisar a programação de outros horários.

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Tarja de Informações e Sinopse

No ambiente SKY HDTV, você tem a melhor tecnologia à sua disposição. Interessado em saber o horário que o programa começou e que horas ele vai terminar sem mudar de canal? Observe a tarja de informações que você encontra na parte superior da tela. Nela, você ainda encontra o horário atual, a classificação indicativa e atalhos para mudar o áudio e a legenda, ver os últimos canais assistidos, mudar a lista de canais favoritos e acessar o mini guia. Tudo com teclas de atalho inteligentes, que te levam ao lugar certo.

Se você procura por mais informações sobre o programa que está assistindo, pressione INFO e acesse a sinopse. Aqui você encontra o resumo com o nome do episódio e a temporada - se for uma série, ano de lançamento, gênero, diretor e atores - se for um filme.

Pressione mais uma vez a tecla CONFIRMA e acesse a opção Mais Info.

Se for um filme, selecione Resultados e encontre os próximos horários de exibição.

Se for uma série, selecione Episódios para ver o dia e o horário de exibição, incluindo as reprises.

Você também pode agendar uma gravação pressionando a tecla REC.

Se o programa estiver no ar, selecione a opção Ver Agora.

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Configurações 

Com a SKY HDTV você pode personalizar sua TV e deixar do jeito que você quiser.

Pressione a tecla MENU, e com a ajuda das teclas de navegação, selecione Configuração e Controle dos Pais. Em seguida, selecione Configurações do Sistema e pressione a tecla CONFIRMA.

Com esse recurso, você configura vários itens.

Para alterar o som da TV, selecione a opção Áudio. Nessa opção, você pode escolher o idioma, o volume dos efeitos sonoros e ligar o Dolby Digital para ter um som de cinema.

Você também pode configurar seu controle remoto e usá-lo em outros equipamentos, como o DVD, sua TV e o home theater. Selecione a opção Controle e em seguida Controle Remoto e pressione CONFIRMA. Selecione AV1, AV2 ou TV, escolha o tipo de aparelho que você deseja configurar, e escolha a marca. Siga as instruções, e para começar a controlar o equipamento selecione Concluir.

Você pode configurar também a exibição dos menus e da hora. Com a ajuda das teclas de navegação, selecione a opção Tela.

Em Preferências, você pode escolher a duração do menu, ligar os efeitos de navegação, e também no Guia de Programação - fazer com que ele mostre todos os canais ou somente os HD, e ao pressionar a tecla EPG, seja exibido primeiro a lista de canais ou os tipos de programa.

Em Idioma, você pode escolher o idioma do menu e da legenda, se esta opção for disponibilizada pelo canal.

Em Relógio, você pode escolher o fuso horário e o formato de hora.

Você pode configurar também a exibição da imagem. Selecione a opção HDTV. Você pode definir o formato de tela, barra de cor, tela original, sistema de cor e resolução da TV.

terça-feira, 18 de julho de 2023

Bibliografia selecionada em gramática e produção textual

Gramáticas compactas

As gramáticas compactas listadas abaixo são fundamentais para criar uma base para o conhecimento da língua portuguesa. Ambas as obras são de gramáticos consagrados e proporcionam uma leitura rápida e direcionada:

    Gramática essencial – Celso Cunha
    Gramática fácil – Evanildo Bechara

Para melhorar sua escrita

As obras selecionadas abaixo passam por todos os pontos necessários para desenvolver uma escrita de qualidade, com coerência, coesão e estilo. Além de manuais de produção textual, como dos de Othon Garcia e William Zinsser, temos também livros sobre questões fundamentais, como uso da vírgula e do acento grave indicativo de crase:

    Como escrever bem – William Zinsser
    Comunicação em prosa moderna – Othon Moacyr Garcia
    Só vírgula – Maria Teresa de Queiroz Piacentini
    Decifrando a crase – Celso Pedro Luft
    Lições de português pela análise sintática – Evanildo Bechara
    Como se encontrar na escrita (escrita afetuosa) – Ana Holanda

Para concursos públicos

Para quem está se preparando para concursos públicos, é fundamental ter um material que reflita o que vem sendo cobrado pelas principais bancas e, principalmente, que tenha muitas questões com gabaritos comentados. As obras dos professores Fernando Pestana, Rodrigo Bezerra, Marcelo Rosenthal e Adriana Figueiredo cumprem esses dois requisitos com louvor:

    A gramática para concursos públicos – Fernando Pestana
    Gramática comentada com interpretação de textos para concursos – Adriana Figueiredo

    Nova Gramática da Língua Portuguesa para Concursos - Rodrigo Bezerra

    Gramática para Concursos - Marcelo Rosenthal

Para consulta

Os materiais abaixo devem ser utilizados para consultas e dúvidas específicas. São obras de apoio indispensáveis, mas que não precisam ser lidas na íntegra de forma corrida.
Gramáticas

    Gramática Metódica da Língua Portuguesa – Napoleão Mendes de Almeida
    Gramática Normativa da Língua Portuguesa – Rocha Lima
    Nova Gramática do Português Contemporâneo – Celso Cunha e Cintra
    Moderna Gramática Portuguesa – Evanildo Bechara
    Novíssima Gramática da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla

    Nossa Gramática Completa - Luiz Antônio Sacconi 

    Gramática Completa para Concursos e Vestibulares - Nilson Teixeira de Almeida

    Gramática: Teoria e Exercícios - Paschoalin & Spadoto

    Gramática da Língua Portuguesa - Pasquale e Ulisses / Roberto Melo Mesquita

    Português Descomplicado - Henrique Nuno

    Português Esquematizado - Agnaldo Martino

    Português Sistematizado - Pablo Jamilk

    Curso Prático de Gramática - Ernani Terra

    Gramática: Texto, Análise e Construção de Sentido - Maria Luiza Abaurre e Marcela Pontara

    Gramática: Palavra, Frase e Texto - José de Nícola

    Conexões em Língua Portuguesa: Gramática - Wilton Ormundo

    Gramática de Usos do Português - Maria Helena de Moura Neves

    Gramática Reflexiva: Texto, Semântica e Interação - William Roberto Cereja e Thereza Magalhães

    Gramática Reflexiva - Marcelo Moraes Caetano

    Gramática Moderna - Nelson Maia Schocair

    Guia Prático da Língua Portuguesa: Manual de Gramática - Luiz Fernando Mazzarotto


Manuais e dicionários

    Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa – Domingos Paschoal Cegalla
    Dicionário de regência nominal – Celso Pedro Luft
    Dicionário de regência verbal – Celso Pedro Luft
    Manual de Redação Jurídica – José Maria da Costa

    Manual de Português Jurídico - Eduardo Sabbag

    As Dúvidas de Português Mais Comuns em Concursos - Fernando Pestana 

    A Língua no Bolso - do professor paraibano João Trindade

Categorias morfológicas do português

 Não é fácil definir categorias morfológicas, dada a heterogeneidade do conjunto tradicionalmente levantado pelos linguistas. O melhor em se tratando dessas categorias é fazer uma definição extensiva. Em português, nos interessam as categorias tratadas por soluções baseadas em flexão.

Assim sendo, vamos considerar as categorias de número, gênero, pessoa, caso, tempo, modo e aspecto. Poderíamos agregar à lista a categoria de definição, ligada ao uso dos artigos, mas em português esta categoria é um caso limítrofe que precisa de abordagem separada.
Morfologia

Em outros idiomas, temos mais categorias como locativa, voz e categorias de caso mais ricas que a existente em português.

De forma simplificada, consideramos categoria morfológica a solução baseada em flexão, usada na língua para agregar traços específicos ao significado da palavra. Esses traços se distribuem de forma complementar, ou seja, quando um está presente, fica implícita a ausência do outro e todas as ocorrências possuem um dos traços possíveis.
Número

Nosso sistema de flexão em número comporta singular e plural. Línguas como o grego apresentam singular, dual e plural. A categoria número tem função semântica, pois indica singularidade ou pluralidade do significado do termo flexionado. Também apresenta função sintática, pois as frases em português seguem regras de concordância em que alguns termos da frase devem concordar entre si em número.
Gênero

Em português, há dois gêneros: feminino e masculino. Não temos o neutro, presente em idiomas como inglês e alemão. Alguns resquícios do neutro são os pronomes tudo, nada, isto, isso e aquilo. Em alguns casos, a função da categoria gênero é semântica, como nos pares a seguir:

    O menino/a menina, o gato/a gata

Nos exemplos dados, a categoria gênero define um traço semântico, ou seja, estabelece o sexo do ser representado pelo substantivo.

Em português, muitos substantivos a que não pode associar característica de sexo, têm gênero implícito. É o que se vê na série a seguir:

    O garfo, a colher, a faça, o prato.

É impossível atribuir a característica semântica de sexo aos substantivos do exemplo, mas em português mesmo substantivos assexuados estão associados convencionalmente a um gênero para garantir o funcionamento das regras de concordância sintática.
Grau

Em português, há dois sistemas de flexão de grau: o diminutivo–normal–aumentativo, típico dos substantivos e adjetivos e o sistema normal–superlativo, usado com adjetivos.

Não temos flexão de grau comparativo como ocorre, por exemplo, no inglês.

    John is tall. (João é alto)
    John is taller than Paul. (João é mais alto que Paulo.)
    John is the tallest. (João é o mais alto.)

O comparativo não é indicado por flexões, mas por advérbios. São exceções os adjetivos: bom - melhor, mau - pior, ruim - pior, grande - maior, pequeno - menor, alto - superior, baixo - inferior, jovem - júnior, velho - sênior, interno - interior, externo - exterior.

Caso

O caso está presente em nossa língua nas flexões dos pronomes pessoais. Observe o exemplo:

    Eu pedi o livro a ele.
    Ele entregou o livro a mim.

Nas duas frases, o mesmo ente é representado ora por eu, ora por mim. Eu e mim têm funções semelhantes mas são usados em contextos diferentes. Eu é empregado quando o pronome está em posição de sujeito (ou predicativo) da frase e mim, quando em função de complemento (ou adjunto). Quando um lexema é flexionado segundo a função sintática que desempenha na frase, temos flexão de caso.

Em português, os pronomes pessoais apresentam duas flexões de caso: oblíquo e reto.

A flexão de caso dos nossos pronomes pessoais é um resíduo do latim que permaneceu em nossa gramática. Em latim, o uso das flexões de caso é bem mais intensivo, tanto que os substantivos em latim clássico apresentavam seis flexões de caso: nominativo - sujeito ou predicativo do sujeito / genitivo - adjunto adnominal (indicando posse) / dativo - objeto indireto / acusativo - objeto direto / ablativo - adjunto adverbial ou agente da passiva / vocativo - como no português 
Pessoa

A categoria de pessoa é usada para discriminar as pessoas do discurso. Elas são três no português: primeira (quem fala), segunda (a quem se fala) e terceira (de quem se fala).

1ª - locutor / 2ª - locutário / 3ª - assunto
Tempo

Esta categoria morfológica também é típica dos verbos. Em nosso sistema verbal temos basicamente três tempos: futuro, pretérito e presente.
Modo

A categoria de modo está presente no sistema verbal do português. O verbo pode ser flexionado em três modos diferentes: imperativo, indicativo e subjuntivo. Simplificadamente, o modo indicativo é empregado para expressar ações certas, o subjuntivo para expressar ações incertas, duvidosas ou eventuais e o imperativo é usado para indicar ordem, proibição, pedido, conselho, súplica, convite ou recomendação.
Aspecto

Não existe só uma categoria de aspecto em português, mas três, que agrupamos em uma só por se manifestarem em apenas algumas flexões do sistema verbal.

Afirmação: O aspecto de afirmação está presente nas flexões verbais do modo imperativo. Este tempo verbal pode ter aspecto afirmativo, quando se incita positivamente à ação ou negativo, quando se incita a não realizar a ação.

Consumação: O aspecto de consumação ocorre nas flexões verbais do futuro do modo indicativo. Este aspecto pode ser confirmado, caso a ação seja considerada como certa no futuro ou então, cancelado, quando a ação é dada como não sujeita a consumação futura.

Duração: O aspecto de duração está presente nos tempos verbais do modo indicativo passado. Temos o aspecto pontual que indica ações consumadas em um momento específico. O aspecto durativo indica ações que se estendem para além de uma determinada marca temporal no passado. O aspecto imperfeito indica ações continuadas no passado. Por fim, o aspecto anterior indica ação consumada num passado anterior a uma marca temporal do passado.

Alguns gramáticos propõem variações de aspecto: perfectivo - ação concluída, imperfectivo - ação não concluída, incoativo - início da ação, durativo - ação em seu desenvolvimento, conclusivo - término da ação, pontual - ação momentânea, contínuo - ação frequente, indeterminado - verdade absoluta tomada como tal, conclusivo - término da ação.
Outras categorias morfológicas

Existem mais categorias morfológicas em outros idiomas. Em português, não temos flexão de voz, como ocorre, por exemplo, no latim clássico. Em nossa língua, a distinção de voz - ativa, passiva, reflexiva e recíproca - é feita com estruturas sintáticas. No entanto, as gramáticas incluem como flexão por questão didática.

O artigo: morfema flexivo de definição: A Gramática Tradicional e as convenções de escrita estabelecem que artigo é palavra, o que contraria a definição de palavra como forma livre mínima. Mas se admitirmos que artigo é morfema flexivo, então, temos mais uma categoria de flexão no português: a definição.

A categoria flexiva definição supre a necessidade semântica de distinguir entre dualidades como: particular/genérico, próprio/comum, definido/indefinido. Os artigos do português apresentam flexão definida e indefinida.

Finitude: A Gramática Tradicional considera a categoria de finitude,  específica dos verbos. Há duas opções de finitude: finita e infinita. A flexão do verbo é finita quando porta informação de tempo e modo e infinita quando indeterminada em tempo e modo.

    São finitas flexões como: fizemos, fazíamos e faremos.
    São infinitas: fazer, fazendo e feito.

A rigor, a categoria de finitude pode ser tratada como a categoria das flexões indefinidas em tempo e modo, e as infinitas como as formas nominais do verbo.

Os artigos são pronomes em função adjetiva.

Os numerais fazem parte da classe dos nomes, podem ser substantivos ou adjetivos. 

Os conectivos ligam palavras (preposição) ou orações (conjunção). Podem ligar também termos de mesma função sintática.

As interjeições não são palavras, mas sim frases de situação.

As palavras denotativas não fazem parte de nenhuma das 10 classes. São uma classe independente.